terça-feira, 30 de agosto de 2011

Um pouco de história americana


Um dos lugares que eu mais gostei de Washington foi o memorial construido para homenagear Thomas Jefferson, que foi o principal autor da Declaclaração de Independência dos Estados Unidos e o terceiro presidente do país. Marido e eu chegamos lá à noite. Estava escuro e calmo. Uns poucos turistas caminhavam de um lado para o outro. E então eu bato o olho num trecho de texto gravado numa das paredes, que dizia:

"I am not an advocate for frequent changes in laws and constitutions. But laws and institutions must go hand in hand with the progress of the human mind. As that becomes more developed, more enlightened, as new discoveries are made, new truths discovered and manners and opinions change, with the change of circumstances, institutions must advance also to keep pace with the times. We might as well require a man to wear still the coat which fitted him when a boy as civilized society to remain ever under the regimen of their barbarous ancestors."



Tradução livre minha:
"Não defendo mudanças frequentes em leis e constituições. Mas leis e instituições devem andar juntas com o progresso da mente humana. Na medida em que esta se torna mais desenvolvida, mais iluminada, na medida em que novas verdades são descobertas, e então hábitos e opiniões mudam com a mudança das circunstâncias, também as instituições devem avançar para não ficarem para trás. Seria o mesmo que pedir a um homem que ainda use o casaco que o servia quando era um menino, fazer com que sociedades civiliadas permaneçam sob o mesmo regime de seus antepassados bárbaros."






Tão atual, tão verdadeiro e necessário. E foi escrito em 1776.

Deve ter sido por isso que gostei tanto do Memorial do Thomas Jefferson. O lugar tinha uma energia toda especial. Provavelmente por conta de tantas verdades ali escritas.





Falando ainda de política, não é uma vergonha a Jaqueline Roriz ter sido absolvida? Onde esse país vai parar?? Grrrrrr...

Para donas de casa desesperadas



Alguém mais assiste a Desperate Housewives? Esse seriado americano que acompanha a vida das vizinhas Susan, Lynete, Gabrielle, Bree e Edie, já vai começar sua oitava (e última) temporada, mas só há pouco tempo eu comecei a assistir. Já estou na 4a temporada, adorando.


Mas essa não foi a primeira vez que eu me propus a assistir os dramas das "donas de casa desesperadas". Desde que foi ao ar a primeira vez, em 2003, de vez em quando eu assistia a um ou outro episódio. E apesar de achá-los bem escritos, bem produzidos e de gostar das personagens, alguma coisa me incomodava no seriado - e aí eu parava de assistir.


Finalmente descobri o que era: estava levando o enredo a sério demais.


Sim, porque em Desperate Housewives tudo acontece: uma vizinha coloca fogo na casa da outra, velhinhas escondem corpos dentro de suas geladeiras de casa, um vizinho atropela o outro de propósito... Mas finalmente entendi que esse seriado é uma grande crítica bem humorada sobre a que ponto algumas pessoas chegam por conta de se protegerem e manterem uma reputação.

Uma vez que a gente entende isso, ele fica divertidíssimo, recheado de diálgos hilários e situações inusitadas, ao mesmo tempo em que nos mostra problemas comuns de casais e famílias, com um foco inesperado de realidade.. Uma ótima diversão, principalmente para mulheres.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Modas que não ajudam ninguém

É legal arriscar um pouco e se divertir na hora de escolher as roupas. Seguir alguns modismos pode ser interessante também. Mas convenhamos: tem algumas peças que simplesmente não ajudam no formato do corpo de quase ninguém. Eu acho difícil entender porque ainda tem gente que usa:







1. Crocs.



Podem ser confortáveis, mas a doce e velha havaiana também é - e com ela você não fica parecendo que pegou o sapato da sua boneca gigante emprestado.







2. Ankle boots (com saia ou vestido).




Não gosto. Elas podem até ser bonitas em modelos com a pena ultra-longa e finíssima, mas talvez seja porque aí roubam a atenção desse tipo de perna, que não é lá muito bonito. E só. Nas mulheres normais, mesmo as magras e torneadas, esse tipo de bota corta a perna num lugar que simplesmente não ajuda.





3. Calça super skinni.



A tal da calça grudadíssima só fica bem naquelas que tem a perna desenhada perfeitamente, e não está nem meio quilo acima do peso. Fora disso, só serve para deixar o bumbum maior ou acenturar um quadril que já está aparecendo o suficiente.







4. Saltos altíssimos.


Quando vejo esse tipo de salto, fico pensando o que é que aquela mulher está tentando compensar. A falta de altura, de confiança ou de auto-estima? Ficar tentando se equilibrar em cima de saltos altos demais, morrendo de dor, andando esquisito e ainda correndo o risco de torcer o tornozelo não deixa ninguém mais elegante. Um salto um pouco mais baixo deixa a mulher sexy do mesmo jeito sem prejudicá-la.








5. Moleton chic


Aliás, o que é isso? Alguém já viu alguma coisa feita de moleton ser chique? Pois é, nem eu. Mas já vi tentarem - e não dar certo. Pode ser cabeça fechada minha, mas eu olho pra qualquer peça de moleton e acho que a pessoa acordou e não trocou de roupa.








6. Salto alto com meia.



Se os dias de colegial já passaram há muito tempo, porque sair por aí parecendo uma? Fora que o problema da ankle boot aparece aqui também, já que a perna fica "cortada" com esse look. Se nem a Rihanna ficou bonita desse jeito, não seremos nós mortais que ficaremos.

domingo, 28 de agosto de 2011

Passou

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O furacão passou. Um milhão de pessoas ficaram sem energia. Muitas árvores cairam, causando estragos e algumas mortes. Muitas ruas ficaram alagadas, muitos lugares ficaram caóticos.
E nós passamos por tudo isso, inacreditavelmente com energia, internet, telefone, água - tudo. Com a graça de Deus.





Mas que foi assustador, isso foi.


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sábado, 27 de agosto de 2011

"O furacão vem aí"?



O furacão vem aqui. Esse é que é o problema!






sexta-feira, 26 de agosto de 2011

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Peguei uma nevasca fortíssima em Nova York no Natal, um tiroteio maluco em Arraial d´Ajuda em abril, um terremoto aqui outro dia e agora vem um furacão. Só está faltando uma invasão alienígena.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Valorize

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Dê valor ao que você tem de bom em sua vida. Cuide, celebre, elogie, aproveite, faça uso, seja grato.






Pare de reclamar. Passe a elogiar.





Metas a alcançar fazem seu sucesso. Gratidão pelo que você já tem, sua felicidade.



Sem falar que no momento em que você para de valorizar as coisas boas em sua vida, o universo as tira de você.




Não é uma ameaça antiquada. Apenas um fato.



Gratidão. Sempre.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A terra tremeu

O dia de ontem começou como qualquer outro. Estava eu em mais uma terça-feira comum (!), cumprindo a rotina e aproveitando a vida, pensando nisso e naquilo, fazendo meus exercícios, lavando a louça, lendo as notícias, tomando um banho. E de repente... O chão começou a tremer.



Eu não sei quanto a você, mas um terremoto de magnitude 5,9 no meio do meu dia me faz parar para pensar. Uma coisa dessas, sabe como é, dá uma chacoalhada em tudo.


Então você liga a TV e vê a reação de outras pessoas. Gente de diferentes idades e profissões, diversas cidades e situações, e percebe uma coisa em comum: a humanidade.


Vai ver que é por isso que a natureza nos dá esse tipo de susto de vez em quando. Para nos lembrar de algumas verdades como:


- Somos pequenos. O ser humano é um serzinho egocêntrico. Tudo gira em torno dele. Ele se acha tão grande, e tão importante. "Aquela pessoa está de marcação COMIGO.", "Fulano ME desrespeitou.", "Como é que não notam MINHA presença?". Todos tão grandes e tão importantes. Não, meus caros. Nós somos apenas uma ínfima parte de tudo que existe; a exceção e não a regra. O mundo não gira em torno de nós. Nós é que giramos com ele.


- Somos humanos. É irônico mas o ser egocêntrico ali de cima às vezes se esquece que é humano. E tão humano quanto os outros humanos. Mas não. Ele acha que pode fazer tudo sozinho. Dar conta de tudo. E que é insubstituível. Fazer tudo sozinho? Não conseguimos fazer nada sem os outros. Imagine-se sozinho no mundo. O que você faria? Nada. Porque tudo o que fazemos todos os dias, por mais insignificante que pareça, precisou de outra pessoa para existir. O celular que você usa, por exemplo, foi pensado por alguém. Há alguém que mantém a rede. Alguém que estudou muito para possibilitar o seu conforto. Há alguém que conserta a torre que transmite o sinal. Há alguém que fez mestrado em alemão e que frita a cabeça para que você fale com um sinal de melhor qualidade. Só pra dar um exemplo bem cotidiano - e próximo de mim. Risos.


Enfim. Houve quem disse que marido e eu chegamos nos Estados Unidos de fato abalando as estruturas. Houve quem disse que não foi um terremoto, mas sim a popularidade do Obama batendo no chão. Houve quem disse que por sorte, estava segurando o potinho de Bliss antes de abrir. E houve quem até postou fotos dos danos do terremoto:





Piadas a parte, um terremoto desse tipo, que se faz sentir mas não causa danos, é realmente uma benção. Para nos acordar para nossa própria humanidade, e nos lembrar do quanto somos nada sem o todo que nos completa.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Assumindo sua parte da responsabilidade

Para variar, estou lendo um livro sobre relacionamentos. (Se eu enjoasse desses livros, a indústria da auto-ajuda sentiria no bolso.) O título da vez é Scream free marriage, que numa tradução livre seria "Casamento sem gritos". Mas vejam bem: com "grito" o autor quer dizer qualquer tipo de comportamento que seja prejudicial ao relacionamento, podendo significar gritos mesmo ou falta de conversa, brigas homéricas ou silêncios propositais - esse tipo de coisa.




Ainda não terminei a leitura, por isso ainda não vou fazer a minha "review". Mas vejam que coisa interessante lida aqui no capítulo 3:


O autor, que é terapeuta de casais, está falando que geralmente quando um casal chega para ele dizendo "nós temos um problema" ele os corrige dizendo: "Vocês não tem um problema. Vocês tem um padrão."


Ou seja, a infelicidade de um dos dois (ou dos dois) vem de um padrão de comportamento, desenvolvido entre aquelas duas pessoas. Que padrões de comportamento são as dinâmicas que a gente estabelece com outras pessoas o tempo todo. E essas dinâmicas tem os seguintes pontos em comum: elas são familiares, elas são poderosas, e elas precisam de duas pessoas para existir. Logo, não importa o padrão, os dois sempre tem "culpa no cartório".


Ou seja, querendo admitir ou não, querendo enxergar ou não, cada um tem responsabilidade pelo tipo de dinâmica que criou para seu próprio relacionamento.

Interessante, não?


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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

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Start spreading the news

I am leaving today

I want to be a part of it

New York, New York...





Fim de semana em Nova York - hiphiphoooooooray!


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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Maternidade moderna

Há pouco tempo terminei a leitura do divertidíssimo "A vida secreta de uma mãe caótica", de Fiona Nell. Na orelha do livro, uma frase o descreve brilhantemente: "imagine Bridget Jones casada e com filhos". Pois o livro é isso mesmo. Ele nos mostra a vida da encantadora e desastrada Lucy, seus filhos, seu marido, suas amigas e os pais da escola dos filhos, a quem ela, de uma forma bem divertida, chama de "Mãe Alfa" (aquela super certinha que enche os filhos com atividades extra-curriculares), "Mãe gostosa nº 1" (aquela que vai à escola toda arrumada), e o "Pai sexy-domesticado", que é aquele com quem ela... Bom, aí vocês vão ter que ler o livro para descobrir!

O olhar que a autora tem sobre a maternidade moderna é divertido. Eu gostei!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

E de certa forma, a vida é como uma cozinha cujos armários nos são entregues com vários ingredientes (as oportunidades). A cozinha de alguns tem maior variedade de temperos ou tipos de massas, a de uns pode ter vindo com um pouco menos opções que a de outros, mas a cozinha de todo mundo veio com ingredientes capazes de serem transformados no melhor dos baquetes. E aí a diferença é a atitude de cada um olhando pra dentro dos seus armários. Vai ter gente que vai dizer "Aqui não tem nada pra comer, só um monte de ingredientes." Vai ter gente que vai invejar os pratos que o vizinho está fazendo, sem saber que na cozinha dele faltou ingredientes mas sobrou criatividade. Vai ter gente que vai aprender a cozinhar um tipo de prato e vai cozinhá-lo igual todo dia. E vão ter aqueles que vão pegar uma coisa, misturar com outra e outra... E serão capazes de saborear os mais deliciosos pratos.



Dentre todos, os que menos gosto são os que ficam olhando para os armários esperando alguém vir cozinhar pra eles.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011



Você já reparou que quando alguém vai se referir a seres de outro planeta ninguém mais fala em "marcianos"? Quando eu era pequena, isso era comum. Marciano era quase sinônimo de extraterrestre. Será que caiu em desuso depois que mandaram naves para Marte e não encontraram os tais homenzinhos verdes? Ou esses verdes eram os habitantes de Vênus? Mas aí teria que ser mulheres verdes, não?



Não. Acho que estou confundido dois assuntos.



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sábado, 13 de agosto de 2011

Enquanto isso, na terra do tio Sam





Achei que era propaganda de carro mas era de batedeira. E até para alguém que adora cozinhar, a confusão se justifica. Afinal, estavam falando de quantos cavalos tinha o motor. É ou não é o sonho de toda cozinheira?


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Sabe aquelas máquinas que você aperta o botão e elas te dão o ticket na entrada dos estacionamentos? Aqui tem sempre uma mais baixa, para os carros, e outra mais alta, para os utilitários esportivos (SUVs). A máquina mais baixa é, naturalmente, para as exceções.



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"De verdade" parece ser algo raro no mercado americano. Ou por qual outro motivo eles fariam questão de te avisar coisas como:


"Feito por uma pessoa de verdade!" (propaganda de lanchonete)


"Frango de verdade!" (propaganda de sanduíche)


"Fruta de verdade!" (propaganda de smoothie)


"E você vai falar com uma pessoa de verdade!" (propaganda de tv a cabo, explicando suas vantagens no atendimento)


Agora quando não me avisam, já fico desconfiada...

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O livro das listas

No natal do ano passado estava com meu marido em Nova York quando achei numa livraria muito simpática um livrinho bem curioso. Era um livro pra ser escrito por quem quer que o comprasse. Se chama "List Your Self" ("liste você mesmo"). Dentro, em cada uma de suas quase 300 páginas, há um título de uma lista e linhas para que você as preencha. A proposta do livro é a auto-descoberta. Comecei na mesma noite em que o comprei, no hotel mesmo. E desde então, de vez em quando paro para preencher uma das listas. O processo todo é gostoso - tanto preencher, como lembrar dos fatos que precisa para preencher as listas quanto ler mais tarde coisas que você mesmo escreveu. Se alguém quiser começar um caderno do gênero, vão alguns títulos das listas do livro:





  • Liste todos os empregos (formais ou não) que você teve quando adolescente ou jovem adulto.

  • Liste coisas que você já fez para ser notado.

  • Liste coisas idiotas que você já fez por dinheiro.

  • Liste coisas sem as quais você não conseguiria viver.

  • Liste seus rituais de domingo.

  • Liste todos os apelidos ou nomes pelos quais você já foi chamado.

  • Liste as marcas que você mais gosta.

  • Liste todos os números pessoais que você conseguir lembrar de cabeça.

  • Liste todas as pessoas a quem você já beijou.

  • Liste as pessoas a quem você ama.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Por que eu AMO as terças-feiras

Eu adoro as terças-feiras. Na verdade, essa é uma forma de dizer que eu adoro os dias comuns. Quanto mais comum, mais me agrada. Quanto mais normal, mais eu gosto. Os dias especiais são interessantes, claro. Natal, ano-novo, aniversário, dia disso, dia daquilo... Mas nada é tão reconfortante quanto a normalidade de uma simples terça-feira.


Pense comigo: numa terça-feira qualquer não há expectativas a serem preenchidas, nem da sua parte nem da de ninguém. Logo, não há muito espaço para desapontamentos. Não há rituais específicos a serem seguidos. Não há vestidos em que se tem que caber, nem telefonemas que se tem que dar muito menos falsos sorrisos que se tem que distribuir. Numa terça-feira comum não há nada de outro mundo acontecendo. Não há picos nem vales - só mesmo as cosisas de sempre.


A civilização ocidental às vezes se confunde com o conceito de felicidade. O budismo diz que não há felicidade na tristeza - tampouco na euforia. A felicidade está na paz de espírito.


E o que traz mais paz de espírito que uma terça-feira comum?


O bom é que se tudo for igual, você fica em paz. Se algo dá errado, você lida melhor, afinal, não estava esperando que o dia fosse perfeito. E se algo te surpreende para melhor... tem um gostinho todo mais especial, afinal você não estava esperando.


Aproveite sua terça-feira. Eu com certeza vou aproveitar!

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sábado, 6 de agosto de 2011

Das maravilhas do mundo capitalista

Tem umas coisas aqui que só rindo mesmo.




Num país como os Estados Unidos, terra do consumo, chega uma hora em que tudo o que as pessoas poderiam comprar já foi inventado - em vários tamanhos e cores. E então, um produto novo há de ser algo criativo.




Alguém já ouviu falar do PajamaJeans? Fico imaginando como as pessoas de outros países conseguem viver sem o seu. Na propaganda da tv ele parece tão essencial... É uma calça jeans que também é pijama ou um pijama que parece calça jeans? Ainda não cheguei a uma conclusão!




Essa é mais uma dessas coisas simples que sempre me fazem rir. A propaganda é ótima. O número de vezes que a mulher repete as palavras "pajama jeans" também. Algo como "PajamaJeans é ótimo! Com ele você pode ir ao supermercado, cuidar dos seus filhos, ver televisão, abrir a geladeira..." Ué, eu já não podia fazer tudo isso com o meu jeans normal? Se alguém quiser ver a propaganda, está disponível no site oficial of your one and only... PajamaJeans!
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Outra que eu adorei foi a I Can´t Believe It´s Not Butter. Sim, o nome da pseudo-manteiga é esse mesmo. Na terra onde eu morava, ou você queria comer manteiga ou não queria e pronto. Queria manteiga? Passava manteiga. Não queria? Passava margarina, ou maionese, ou comia puro, sei lá. Mas aqui há uma solução para os que ao mesmo tempo querem e não querem manteiga. É a fantástica I Cant´believe It´s Not Butter. É um produto que é mas não é. Pura filosofia.
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E o que dizer do biscoito Who Knew?? Não é uma tradução literal, mas a propaganda quase diz: "Quem iria imaginar que um biscoito com essa cara, mequetrefe e engordativo, até poderia ser gostoso e nutritivo?? Who knew??"



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E aí você vai ao mercado e vê esses produtos nos carrinhos das pessoas. Essa é a parte mais engraçada!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Adoro essa história. É simples e profunda. Um ótimo dia a todos!


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Uma noite um velho Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas. Ele disse:
"Meu filho, há uma batalha feroz entre dois lobos dentro de todos nós.
Um é mau: é a raiva, a inveja, o ciúme, a ira, o arrependimento, a ganância, a arrogância, a auto-piedade, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, o orgulho, a superioridade, a insegurança...
O outro é bom: é a alegria, a paz, o amor, a amizade, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a honestidade, a solidariedade, a generosidade, a verdade, a compaixão, a fé..."
O pequeno índio pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô: "Qual lobo vence a luta?"
O velho Cherokee respondeu: "O que você alimenta."
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

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Não questione muito a fé - apenas tenha. Se religião é algo que o ajudará eu sua próxima vida eu não sei, mas nessa com certeza ajuda.

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Vida doméstica

Como é possível alguém queimar uma parte da comida enquanto outra parte continua congelada?


Minhas habilidades culinárias nunca deixam de me surpreender. (para o bem e para o mal)

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E finalmente descobri o que era a "estranha presença" que vinha me fazendo companhia aqui em casa desde que nos mudamos. Estava bastante intrigante ouvir sons (altos) de coisas se mexendo dentro da minha geladeira, estando sozinha em casa. Cheguei a encostar o ouvido pertinho e lá estava, o barulho de coisas se mexendo. Abria a geladeira e tudo estava sempre igual. Fechava, e as coisas começavam a caminhar.



Até eu reparar que dentro do freezer tem uma máquina de gelo automática, que se reabastece sempre que o nível de gelo cai um pouquinho. Ainda bem que não cheguei a comentar com a administradora do condomínio (e eu estava prestes!) sobre o "fantasma" na minha casa.

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E justo quando eu tenho à disposição uma lava-louças tamanho família, que lava pirex, assadeiras, panelas, e talvez até o marido se sobrar espaço, nunca tenho muita louça pra lavar. Isso não é mais possível já que não tenho muita louça. Tinha que ter algum lado bom deixar pra trás meus pratos de bolinha queridos e minhas taças verdes amadas. (snif, snif)

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Camarão ao molho branco

Essa é uma receita rápida e fácil que fica uma delícia! Foi meu jantar/almoço semana passada!



Ingredientes:


Camarões descascados, 1 cebola, manteiga, leite, farinha de trigo, queijo parmesão, sal e pimenta.






Preparo:

Derreta um pouco de manteiga numa frigideira, e doure nela a cebola. Depois, jogue os camarões e os vire até que fiquem brancos dos dois lados. Reserve. Numa panelinha a parte, derreta 1 colher (sopa) de manteiga. Misture 1 colher (sopa) de farinha de trigo. O resultado será uma espécie de "massa". A essa massa, vá acrescentando leite beeeeem aos pouquinhos, sempre misturando, fazendo a "massa" crescer um pouquinho, aí acrescentando um pouco mais. Quando o molho chegar à consistência desejada, jogue um punhado de queijo parmesão ralado. Aí acerte o sal e a pimenta. Misture ao camarão e sirva com arroz branco. Delícia!