quinta-feira, 26 de abril de 2012

Iguais nas diferenças

Num dos primeiros capítulos da novela, a malvada da Carminha apertou os braços da pequena Ritinha e disse algo como: "Um dia você ainda vai aprender que ninguém é totalmente mau nem totalmente bom."

 Fiquei pensando nisso. Aliás, quem foi que disse que novelas não rendem boas viagens filosóficas?

 Enfim. As conclusões:

 1. De fato, ninguém é totalmente mau nem totalmente bom. Mas isso não é desculpa para deixar o lado mau tomar conta, tampouco serve para amenizar o peso de uma ação ruim. Explica, mas não justifica.

 2. De fato, somos todos iguais na condição humana, formada por seres nem totalmente bons e nem totalmente maus. Mas as quantidades de bondade/maldade nas pessoas variam drasticamente. Então, existem sim pessoas piores que outras. Não me venham com essa de que, por conta de ninguém ser 100% nada, que todo mundo é igual. Porque de igual todos temos o fato de não sermos nada em totalidade. Passsou disso, cada um é diferente.


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