terça-feira, 20 de novembro de 2012

O benefício da neutralidade

 Se tem uma coisa que eu nunca entendi é o tal do conceder a alguém o benefício da dúvida. E quando digo que eu nunca entendi, é nunca mesmo.
 Antigamente, não entendia o que a expressão em si queria dizer, ha ha. Mas assim que entendi o significado, passei a me perguntar por que alguém faria isso. Podem me chamar de sem coração, mas pra mim essa história de "vou te conceder o benefício da dúvida" não faz o menor sentido.
 Da mesma forma que não faria sentido pra mim se, uma vez na dúvida, que eu partisse do princípio que devesse imaginar sempre o pior. Seria estranho, certo? Pois bem. Então é estranho também achar que devemos imaginar sempre o melhor. Prefiro tentar não imaginar nada e ficar neutra, colhendo informações. E aí, formar um quadro baseada em fatos - e não na ideia de que, na dúvida, fulano deve ser bonzinho.

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