sexta-feira, 31 de maio de 2013

 O dia amanheceu fresquinho, meu ovo quente ficou no ponto e ontem passou um documentário sobre o bebê da Kate Middleton que eu deixei gravando - coisas assim me deixam tão feliz.
 
 Fui andar com a Becky cedinho, daqui a pouco tem aula de yoga, recebi uma mensagem de uma amiga querida e tô com um livro super legal na cabeceira - coisas assim me deixam tão feliz.
 
 A piscina do condomínio abriu, meu marido vai poder tirar um dia livre, o brigadeiro que eu fiz ficou gostoso, e tem um projetinho em que estou trabalhado dando um calorzinho gostoso (em vez de frio) na minha barriga - coisas assim me deixam tão feliz.
.
.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Bits and pieces

 Aqui nos states tem um programa chamado Shark Tank que mostra negociações reais entre cinco investidores (ricos até dizer chega e muito inteligentes) e pessoas que geralmente estão começando a desenvolver um produto ou um serviço e precisam de uma ajudinha. A maior parte de quem vai lá é gente comum, que começou a criar a microempresa na própria garagem - mesmo lugar onde nasceram Amazon, Apple, Disney, Yankey Candle, Google, Harley Davidson, Hewlett-Packard, Mattel entre outras. Estou começando a achar que o segredo do sucesso é você, primeiro, arranjar uma garagem.
 
--------------------------------------------------------------------------------
 
Minha cachorrinha tem uma cesta cheia de brinquedos. De todos, o que ela mais gosta são as bolinhas. Ela até brinca com os outros, mas na hora que vê uma bolinha, perde o juízo. O que me leva a concluir que ela pode até ter nascido no Queens, mas é brasileira no coração. 
 
-------------------------------------------------------------------------------
 
 Para quem nasceu complicado, agir de maneira simples é que é difícil. Ou seja, para a convivência pacífica de um simples e um complicado, os dois terão que se esforçar.
 
-----------------------------------------------------------------------------
 
 Tava assistindo um filme sobre aquele último tsunami devastador... e me deu a maior vontade de ir pra praia. Acontece também toda vez que começam a falar como McDonald's faz mal pra saúde, das estatíticas terríveis... Me dá a maior vontade de comer McDonald's. Sempre desconfiei que meu cérebro tinha umas conexões trocadas.
 
------------------------------------------------------------------------------- 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Estou amando...

 






 ... o bb cream da Maybelline. Eles vem em quatro tons, acho. Comprei o light-medium, e estou usando como primer. Faz toda a diferença!














... o Lean Machine, da linha fat girl slim, da bliss. É um aparelho para redução de celulite (e medidas, estou desconfiando, a julgar pelos resultados), que vem com um creme desses com cafeína e outras coisinhas embelezadoras. Você só precisa passar por 3min todo dia nas áreas afetadas e voilá: você ganha uma pele lisinha em poucos dias.












... o love handler, tambem da linha fat girl slim, da bliss. É um creme redutor de medidas específico para barriguinhas e cinturinhas, e estou pra dizer que é praticamente milagroso. Estou usando há muito pouco tempo e também já estou vendo resultado. E só pode ser mesmo o creme fazendo efeito. Afinal, o que são umas aulinhas de pilates diante de todo o chocolate que eu como?! Ha ha.













... os esmaltes da Essie. Essa foi dica da minha irmã (entendidíssima de assuntos de beleza), quando esteve aqui nos states. Aí fui lembrar que nas manicures que já fui por esses lados de cá sempre usavam esmaltes dessa marca. Não é à toa: eles são ótimos, vem em cores lindas e atuais e demoram mais para começar a descascar.









... os batons da linha mineralize, da Mac. De novo dica (e presente) da minha irmã, comecei a usar o que ela me deu e gostei tanto que voltei e comprei mais uma cor. Além de serem de longa duração, são batons que hidratam, deixam a boca macia e cobrem (em vez de ressaltar) as imperfeições dos lábios (como pelezinhas, descascadinhos, linhas, etc). E como se não bastasse, ainda tem um ímã na tampa (acho que é isso) para fazerem o tal do "clic" na hora de fechar que só um outro batom aí muito chique é que fazia. Não estou sabendo contar a história direito mas que é gostoso ouvir o tal do "clic" toda vez, isso é. Risos.





... a lâmina Intuition, da Schick. Essa é para quem se depila (ou retoca) com gilete. Essa lâmina foi feita para ser usada no banho, e não precisa passar antes aquelas espumas especiais nem sabonete nem nada. Ela só precisa que a pele esteja molhada para funcionar - e funciona que é uma maravilha. Deixa a pele lisinha e ainda hidratada. Delícia!

 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Você quer, você pode... tentar.

 
 Entitlement. Essa é uma palavra do inglês para a qual não consegui pensar numa tradução exata para o português (bom sinal?), mas que significa algo como "se achar no direito". Esse é um comportamento que, infelizmente, anda bem comum em pessoas da minha geração e nas que vieram na sequência, e parece que vai se agravando cada vez mais. Quanto mais novinho, mais se achando no direito. Direito de quê? De ter o mundo a seus pés, ora bolas. Por que alguém iria querer qualquer coisa menos?
.
Não é culpa das crianças, mas do modo como elas vem sendo criadas. Tudo porque nos anos 70 algumas pesquisas concluíram que as crianças que tinham a autoestima elevada eram as que iam melhor na escola. Só que o que se descobriu depois (e que parece que ninguém ficou sabendo ou deu muita bola) é que a autoestima elevada dos alunos era consequência de irem bem na escola, e não a causa - o que faz muito mais sentido.
.
 Infelizmente parece que muita gente ouviu a notícia pela metade ou resolveu ignorar essa última parte. E aí passaram a criar os filhos repetindo mil vezes que eles são melhores, especiais, inigualáveis, que podem fazer o que quiser, que podem ter o que quiser, que são princesas e príncipes e que a vida para eles será um conto de fadas. O pior é que fazendo isso, acabam não alcançando o que tinham em mente - e ainda estragam a criança.
.
 Não conseguem aumentar a autoestima do filho porque autoestima é uma coisa que o nome já está dizendo: é auto, é pessoal, tem que vir de dentro. Autoestima é coisa que a gente mesmo é que cultiva - é impossível cultivarem por você e te entregarem pronta. A pessoa tem que ir dando passos pequenos, alcançando uma meta aqui e outra ali, percebendo seus sucessos, e aí descobrindo seu valor, e não ficar ouvindo que o valor dela é altíssimo, sendo que ela mesma não vê comprovação alguma disso. Pior: o que se termina conseguindo com a enxurrada de elogios vazios são crianças narcisistas e o pior, inseguras. Elas sentem que o mundo deveria achá-las "as melhores", afinal, mamãe me disse que eu era, mas ao mesmo tempo não tem no que sustentar essa crença - então ficam inseguras. Uma péssima combinação, infelizmente muito comum nessa geração por alguns chama de millennials (os nascidos depois de 1980).
.
 O pior é que essa é uma geração angustiada também. Por ouvir tanto que eles podem tudo, eles acham que devem tudo e que tem que tudo - e o que seria esse "tudo" mesmo? É um pessoal que quer muito, quer agora, quer pra ontem, não quer se esforçar pra ter - mas só não sabem ainda o quê.
.
 Essa ideia (que também é bastante americana) de "você quer, você pode" deveria ser revisada para "você quer, você tem o direito de tentar." Pode ser que você consiga ou pode ser que não. Tem gente que vai lá e consegue, e tem gente que não, e não tem nada de errado com nenhuma das duas coisas. Ninguém tem todas as cartas na mão, e muitas pessoas de sucesso tiveram mesmo mais sorte, ou nasceram em famílias mais ricas, ou tiveram acesso a coisas diferentes das que você teve. É a vida.
.
 O que os pais deveriam dizer é: filho, descubra seus pontos fortes e use-os em seu favor. Ganhar é ótimo, perder faz parte. Na vida às vezes estamos por cima, às vezes por baixo. O que não podemos fazer é deixar de caminhar, porque aí  perderia-se todo o aprendizado, e pior ainda, toda a diversão.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Do respeito e gratidão devidos

 
Passou no programa Encontro com Fátima Bernardes. Um dos convidados contou essa história que disse ter lido na internet. Adorei!
 
" Duas pessoas conversando, uma de 25 anos e outra de 65. O rapaz de 25 está dizendo:
 - Pois é. Porque tipo assim... A gente hoje em dia tem, tipo assim, uma facilidade "rapidez" na internet de conseguir a pessoa que você quer, se ela tá afim de sexo, se tá afim de namorar. É tipo, entra lá rapidinho e você consegue, tipo, o que quiser.
 Vira então para o senhor de 65 e pergunta:
- E vocês, dessa idade... O que vocês faziam na época de vocês, quando não tinha nem Facebook?
 Ao que o senhor responde:
 - Bem, na época que eu tinha a sua idade nós estávamos desenvolvendo os computadores, pesquisando e melhorando a internet... Estávamos inventando e vivendo a revolução sexual, fazendo propaganda de camisinha, pílulas... Inventando a palavra tipo e experimentando seus diversos usos, para hoje você poder ficar aí, falando esse monte de besteira."

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Na próxima, quero nascer mulher de novo.

 Eu sou uma mulher que gosta de mulheres. Não no sentido Daniela Mercury da coisa, que nesse sempre fui fã dos homens. (Nada contra ela não ser. Ou melhor, ela ser também.) Gosto de mulheres porque acho o universo feminino fascinante. Sempre gostei de estar entre mulheres, de ter muitas amigas, e podendo escolher, prefiro ambientes predominantemente femininos. Sendo assim, tive a sorte de ter escolhido fazer Letras (que lá, raras exceções, ou era mulher ou estava querendo virar) e depois de ter caído num departamento no Ministério numa sala onde trabalhavam outras seis mulheres entre um solitário cravo juvenil. (Aliás, será que ele ainda está lá ou se cansou de tanto estrogênio e progesterona?) Enfim. Sabe Chá de Panela, Chá de Bebê ou essas reuniõezinhas só para mulheres? Meu paraíso.
.
Ao contrário do que pregam algumas representantes do gênero (desertoras?), não acho que mulheres sejam essencialmente desunidas, traidoras, chatas, complicadas ou invejosas. Algumas é óbvio que serão, mas não vejo essas como as características principais nem predominantes. O que vejo é sim um gênero onde existe bastante cumplicidade, vontade de compartilhar, de escutar, de ajudar, de acolher, com uma sinceridade e uma abertura inexistentes no universo masculino.
 É engraçado notar como que, geralmente para os homens se encontrarem, é preciso haver um propósito, uma finalidade. Se encontram para uma partida de tênis, de pôker, de futebol, para se aconselharem nos negócios ou tomar uma cerveja. Geralmente combinam de antemão o que vão fazer e quando se encontram, que estranho, terminam fazendo mesmo o que haviam combinado. Isso quase nunca é o caso com as mulheres. Podemos combinar de ir ao cinema no shopping mas terminar passando a tarde dentro daquela loja de sapatos que estava com uma liquidação imperdível. Ou então combinamos de alugar um filme mas terminamos conversando a tarde toda. E quantas vezes eu já não fui, em teoria, andar de bicicleta, ou patins, ou caminhar no parque, mas terminei sentada em alguma calçada naquelas conversas longas, ou sérias ou leves, mas geralmente tudo junto? Não é que sejamos dispersas ou fracas em nossos propósitos. Mas é que para mulheres, pouco importa o programa - o que importa mesmo quando vão se encontrar... é o encontro em si.
.
 Quase toda vez que estou entrando ou saindo de uma Bad, bath and beyond (tipo uma Dular ou Camicado daqui) vejo alguma dupla feminina batendo papo na entrada da loja. Às vezes entro, faço tudo o que fui lá fazer, escolho minhas coisas calmamente, pago e quando saio, lá estão ainda as duas. É óbvio que não combinaram: "O que você acha de se encontrar na porta da loja pra colocar o papo em dia?" Mas isso não as impede de fazer isso, alegremente, por alguns vários minutos. Toda vez que vejo uma cena dessas, dou um sorrisinho e penso "Lá estão duas mulheres, provavelmente atarefadas, dando uma longa paradinha rápida para colocar a conversa em dia. O mundo continua em ordem."

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Da série: fatos do serviço público

 
É fato que:
.
.
.
 - se você deixar um documento ao lado do outro em sua mesa, eles se reproduzirão como coelhos.
.
.
- a lei da gravitação universal funciona diferente em determinados órgãos, onde alguns funcionários caem para cima.
.
.
 - quando alguém se torna funcionário público, está se livrando de ser duas coisas na vida: pobre - e rico. Se for funcionário público e estiver pobre, está usando mal seu próprio dinheiro. Se for funcionário público e estiver rico, está usando mal o dinheiro do povo.

domingo, 12 de maio de 2013

Mamãe não trabalha

Era uma vez uma mulher que perdeu seu nome de batismo, ou melhor, trocou-o por outro muito usado: Mãe.
Sendo mãe, tornou-se uma pessoa essencialmente "chata". A maior cobradora da paróquia: faça isso, faça aquilo...
O relógio toca. Começa a batalha.
- Vamos acordar, pessoal !
Corre ligar o fogo para o café. O leite também.
- Vamos ,crianças, vistam o uniforme.
O pai já está no banho.

- Rápido, tem aula.
Coa o café, serve a mesa.
- Vamos pessoal. Olhem a hora. Comam o pão. Escovem os dentes.
Pronto. O marido foi para o trabalho e os filhos para a escola. Trocou de roupa, tirou a mesa, limpou a louça do café. Arrumou as camas. Varreu a casa. Tirou o pó dos móveis. Chegou o verdureiro. Feitas as compras, corre ao açougue. Aproveita a saída e passa pelo banco, paga as contas de água e luz.
Volta correndo. Faz o almoço. Olha para o relógio. Está na hora do marido e das crianças chegarem.
Chegaram. Serve o almoço.
- Menino não belisque sua irmã!
O pai pede que lave seu macacão. Conta que hoje o trabalho melhorou um pouco, mas é para cuidar das despesas. Breve repouso e volta ao serviço.
A mãe lava a louça do almoço. A filha seca os pratos e o filho os talheres e se manda para o quintal. O cachorro aparece com os pêlos da cauda bem "aparados".
Esse menino! Foi por isso que ele pegou a tesoura...
- Crianças façam a lição de casa.
- Sim, claro arranjar figuras para tarefa de Geografia. Costurar a barra da calça do menino. Pregar o botão na blusa da menina.
- Mãe, amanhã é o aniversário da professora. Tenho que levar um bolo.
Pronto o bolo está no forno. Enquanto assa, lava o macacão.
-Vamos ao dentista. Cuidado ao atravessar a rua.
Passam na panificadora. Voltaram para a casa.
- Tomem banho!
Providenciar o jantar.
- Não gosta de ovo? Tem que comer. Faz bem para a saúde. Fiquem quietos. Deixem o pai assistir o noticiário sossegado. Ele está cansado, trabalhou o dia todo.
-Vão para o banho! Já arrumaram o material para a aula de amanhã? Mas que turma! Desde de que chegamos do dentisa estou dizendo para irem tomar banho.
Todos deitados. Verificação total da casa. Deixar a mesa arrumada para o café matinal.
Ora veja ! O menino esqueceu de guardar o caderno.
Abriu-o. Deu uma olhada na lição. Ele preencheu uma página com dados pessoais: seu nome completo, data de nascimento, local e também dados familiares.
Profissão do pai: mecânico. Profissão da mãe: NÃO FAZ NADA SÓ FICA EM CASA.
Itália P. Souza

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Grrrrrrr

 Este post é especialmente dedicado às coisas que irritam, que perturbam e que deixam de mau humor. Tava pensando que sempre escrevo sobre coisas boas, felizes, hi-hi-hi, e que talvez você aí esteja se perguntando: será prozac ou zoloft? Então, aproveitando a tpm, preparei uma lista de

 10 coisas que detesto, odeio, e me dá raiva só de pensar:

1. Qualquer barulho que qualquer pessoa faça para comer. (Única exceção: minha cachorrinha. But then again, ela não é "pessoa".)

2. Gente que respira fazendo barulho demais. Poxa, é a única coisa que a gente faz sem parar, e a pessoa ainda não aprendeu????

3. Calor demais.

4. Ir à médicos ou qualquer outro lugar onde uma sala de espera faça parte.

5. Passar pano na casa. (Faxina até faço sem problemas. Mas passar o tal do pano no final.... blargh.)

6. Coisas desconfortáveis como roupas, sapatos, poltronas, e situações.

7. Algumas palavras que julgo não soarem bem. Não vou escrever quais, é óbvio, porque as detesto.

8. Interrupções absolutamente desnecessárias no meio de qualquer coisa que seria engraçada/tocante/emocionate ou teria tido qualquer impacto... não fosse a maldita interrupção.

9. Etiquetas adesivas que não saem inteiras quando você puxa e ainda deixam uma marca horrível no produto.

10. Qualquer lugar lotado, onde você tenha que andar se espremendo, tipo Times Square, em época de alta temporada.

 Grrrrrrrrrrrrrrrrrrr...

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Dos bilhetinhos de antigamente

 Será que hoje as crianças ainda passam bilhetinhos em sala de aula ou fica tudo por conta do what's up? Aqui vai um post nostálgico. Você também deve ter passado algum desses no colégio:

"Se um dia olhar pela janela e não ver estrelas no céu... Se liga, é porque amanheceu!!"

"Se algum dia você sentir um grande vazio interior... Não se preocupe: deve ser fome!"


"Eu cavo, tu cavas, ele cava. Não é bonito... Mas é profundo!"
 
Num papel todo dobradinho: "Abra...", "Abra...", "Abra...", e lá dentro: "Agora fecha."
 
"Eu queria amá-la. Amá-la como ninguém. Mas como posso amá-la, se a mala ficou no trem?"

 "Ontem não tomei café da manhã, porque estava pensando em você.
 Não almocei porque estava pensando em você.
 Não jantei porque estava pensando em você.
 E não dormi... porque estava com fome."
 
 "Quando você fica feliz, eu também fico.
 Quando você fica triste, eu também fico.
 Por favor, fique rico!"
 
"Nada não. Só pra ver se você também não estava prestando atenção na aula."
 
"Caiu! 1o de abril!"
 
"O que o apagador está fazendo no teto?" (só pra dar risada quando a pessoa olhasse)
 
"Eu só queria acrescentar que não tenho nada a acrescentar."
 
"Pensar enlouquece. Pense nisso."
 
"Continue passando até a professora pegar, abrir, ver que não era nada, e ficar com cara de boba."
 
"Este bilhetinho foi escrito em 1927 e tem sido passado há gerações. A filha do coronel Unmbelino I não passou pra frente e engordou 20 quilos na semana seguinte. Se você passá-lo para a pessoa da frente, algo maravilhoso acontecerá na sua vida. Se fizer 20 cópias, ficará rico amanhã. Por favor, não quebre a corrente..."

domingo, 5 de maio de 2013

Fomos ver...

The Big Wedding
Filminho bom, leve, às vezes bobo, mas na maior parte do tempo, engraçado. Apesar da historia ser um pouco fraca, o elenco é forte então o filme não pede o ritmo. Eu gostei! (Acho que no Brasil levou o nome de "O casamento do ano", e estreou no meio do ano passado, então já deve estar nas locadoras.)

sábado, 4 de maio de 2013

Joseph Campbell fala na famosa entrevista de O Poder do Mito que pelo entendimento dele (resultado do estudo das mais diversas culturas, mitologias e religiões) que é somente para o homem, que vive no mundo da dualidade (homem-mulher, cheio-vazio, claro-escuro), é que existem coisas como certo e errado, bem e mal, bom e ruim. Para Deus, todas as coisas seriam boas, certas e perfeitas.
 
Quebro a cabeça tentando entender esse conceito, que me parecede certa maneira verdadeiro porque responderia aqueles velhos questionamentos do tipo "mas por que Deus deixou tal coisa acontecer??". Fico tentando entender como podem todas as coisas serem boas, certas e perfeitas.
 
 Aí me pergunto se será que somos como crianças diante do universo e de todas as coisas, com um entendimento muito limitado. Quando éramos crianças, as coisas mais bobas pareciam ter uma importância vital, como o lugar que iríamos nos sentar no carro, ou em que turma estávamos no colégio, se na A ou na B. Mas aí quando você olha "the big picture" vê que essas coisas eram bobagens, que no fundo tanto fazia.
 
 Será que tudo na vida é assim? E que todos os sofrimentos são na verdade, desnecessários?

quarta-feira, 1 de maio de 2013

“It is not the critic who counts: not the man who points out how the strong man stumbles or where the doer of deeds could have done better. The credit belongs to the man who is actually in the arena, whose face is marred by dust and sweat and flood, who strives valiantly, who errs and comes up short again and again, because there is no effort without error or shortcoming, but who knows the great enthusiasms, the great devotions, who spends himself for a worthy cause; who, at the best, knows, in the end, the triumph of high achievement, and who, at the worst, if he fails at least he fails while daring greatly, so that this place shall never be with those cold and timid souls who knew neither victory nor defeat.” – Theodore Roosevelt