quarta-feira, 31 de julho de 2013

Era uma vez uma escritora

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 Era uma vez uma menina que queria escrever. Queria tanto que quando ela tinha 5 anos de idade e nem alfabetizada tinha sido ainda, pegou um papel na casa de uma amiga uma vez, e começou a "escrever" uma receita (e faltou morrer de vergonha quando foi "desmascarada" pelo irmão mais velho da amiga).
 
No ano seguinte, ela aprendeu a escrever e aí não parou mais. Adorava fazer redação na escola e sempre excedia o número de linhas. Escrevia diários, cartas, pensamentos, poesias, blogs(!)... Escrevia contos, crônicas, e até livros: um de cartolina que ela fez com 7 anos e a mãe guardou... Outro que ela grampeou as páginas e mandou pra avó – e a avó também guardou...
 
 Escrever para ela era vital, como respirar. Ela tinha que fazer sempre, todos os dias, para passar a vida a limpo, para fazer sentido do mundo, para elaborar o futuro, mas acima de tudo: para se sentir viva.
 
Essa menina foi crescendo... E toda santa vez que entrava numa livraria (o que era frequente) ela pensava: meu lugar é nas prateleiras. Eu ainda vou escrever um livro...
 
Só que no começo esse sonho era bem distante. (Aliás, como todo sonho. Até porque se não é distante, a gente chama de plano, projeto, enfim...) Mas ela tinha esse sonho. E dizia: eu tenho que escrever um livro nessa vida. Se não der tempo em vida, eu juro que eu volto para alguém psicografar um meu!
 
 Essa menina, é claro, sou eu.
 
Eu, que dizia no colégio: a gente está estudando o Arcadismo, Romantismo, Modernismo... Um dia  ainda vão estudar o Simonismo!!
 
 Só que como bem disse Henry Ford, “ninguém pode construir uma reputação com base no que ainda vai fazer”.
 
Pois bem. Eu estou contando essa história toda para contar a você, querido leitor do blog, que eu fui lá e fiz: eu escrevi um livro. Duas ótimas editoras se interessaram, e hoje(!) estou fechando com uma delas para vê-lo publicado ainda esse ano!!!
 
- pausa para eu ir ali soltar meus fogos de artifício!
 
 Quem me conhece bem tem uma ideia do quanto isso é especial para mim e do quanto estou feliz. Mas saber meeeeesmo como estou me sentindo... Só quem já realizou um grande sonho vai conseguir. Por isso, eu te convoco, leitor do Entre Sem Bater, a fazer isso por você também: vá atrás dos seus sonhos! Corra atrás! Com toda a sua energia e toda a sua intenção. Faça a sua parte, que o universo, com certeza, vai fazer a dele.
 
 Não pense que para começar a correr atrás do seu grande sonho antes você precisa ter mais dinheiro, ou mais tempo, ou um computador melhor, ou ser mais isso ou menos aquilo, porque nada disso é verdade. Isso são apenas desculpas que a gente dá a gente mesmo para não correr atrás de onde realmente nossa felicidade vai estar.
 
Como disse muito bem uma grande amiga minha ao escutar minha notícia, "é incrível colocar o destino nos trilhos".
 
Portanto, mais uma vez, você que tem um sonho que ainda não realizou, vá atrás... E é com você mesmo que estou falando. Este não é um conselho para a outra pessoa que também vai ler isso aqui. É mesmo para você.
 
Não espere outro dia... Comece hoje! E não espere eu dizer de novo... Comece agora! Porque a felicidade que se sente ao se realizar um grande sonho é inigualável.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Amo pra cachorro!

 Hoje é aniversário de 1 ano da minha pelúcia ambulante, minha bolinha de pelos, minha Becky-leque, minha cachorra-doida, minha companheira de passeios e minha perseguidora de bolinhas. AMO MUITO!!!
 



 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Money, money, money

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"As melhores coisas da vida não tem preço.
 As que vem em segundo lugar, costumam custar caríssimo." Coco Chanel

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"Dívida pra mim é sagrada. Deus lhe pague." Autor desconhecido

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"O povo gosta de luxo; quem gosta de miséria é intelectual." Joãozinho Trinta

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"Pobre tem mais filhos, ricos tem mais parentes." Provérbio americano.

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E o meu pensamento:

 De fato não dá pra comprar felicidade.
 Mas dá pra comprar chocolate, que é quase a mesma coisa.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013

O sorvete & as coberturas

 Já falei num post anterior sobre o que eu penso que seja felicidade, e como ela é diferente de alegria (assim como depressão é diferente de tristeza). Vou retomar o assunto, mas dessa vez falando sobre a confusão que muita gente faz para atingir o estado de felicidade, achando que conseguirão chegar lá indo atrás de alegrias. Mas para não ficar filosófico demais, vou usar como analogia algo que gosto muito: sorvete! ha ha
 
 Pois bem. Todo mundo quer ser feliz. Para conseguir a felicidade, tem gente que sai fazendo coisas, indo atrás disso e daquilo, viajando, comprando, experimentando etc. Só que fazendo essas coisas a pessoa consgue, no máximo, alegrias - que são passageiras (ver o post sobre alegria x felicidade). E aí, quando o efeito da alegria passa, sobra o quê? Um vazio. E a necessidade de ir em busca de outras alegrias. E assim muita gente deve fazer a vida toda, sem nunca ter experimentando de verdade o que é felicidade.
 
Ao meu ver, a coisa é assim: felicidade vem de dentro. Está na essência da pessoa. Vem dela compreender algumas coisas fundamentais sobre ela mesma e sobre todo o resto, vem de um modo de ver o mundo e de um jeito de amar a vida com tudo o que ela tem, mesmo que isso possa significar algumas tristezas em meio à busca pelas alegrias.
 
 A verdadeira felicidade está no interior. Por isso que eu vou me mudar pra  Poços de Caldas - brincadeira! (ha ha, não resisti) 
 
Mas falando sério: só se consegue a felicidade, cultivando-a dentro. No interior. 
 
E quanto às alegrias?
Bom, aqui é que entra o sorvete - risos.
Dá pra fazer uma analogia comparando a felicidade ao sorvete, e as alegrias, às coberturas. E todas as pessoas estão na fila da sorveteria self-service.
 
 A pessoa que tratou de encher primeiro seu copinho de sorvete, ao chegar na parte das coberturas pode escolher diversas coisas, e assim tornar o que já era bom ainda mais gostoso. Mas geralmente ela nem vai precisar colocar tanta coisa em cima - e tem gente que nem vai precisar de cobertura alguma.
 
Agora, se a pessoa passou batido pelo sorvete, o que vai acontecer? Primeiro que vai chegar na hora das coberturas, ela vai ter que colocar muito mais coisa pra encher o copinho - muito mais mesmo! E mesmo que ela encha aquele copinho de chocolate granulado, cereja, coco ralado e não sei mais o que, num primeiro olhar o sundae dela pode até estar maior e mais bonito que o dos outros... Só que esse sundae não vai matar a fome, não vai trazer saciedade, vai ter muito mais calorias (pontos negativos) e ainda vai deixar a pessoa com a garganta arranhando, se ela tentar comer tudo.
 
 Acho que a vida é assim. Se você cuida bem do interior, já é feliz e nem precisaria de mais nada. Mas a vida é uma grande festa e é claro que a gente quer experimentar as coberturas - mas elas só vão ser gostosas porque estão complementando uma coisa maior que já está lá. Agora, se a pessoa não tem a base dentro de si, não adianta ter todas as "coberturas" do mundo, as mais chiques, mais coloridas, mais caras, sei lá, que aquilo ali nunca vai dar um bom sundae.
 
 Agora se me dão licença, vou ali no freezer, porque todo esse papo de sorvete me abriu o apetite.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mais um curtinho

 Se os posts andam curtos é porque outros textos andam longos.

 No melhor espírito de:

"There is no perfect time to write. There is only now." Barbara Kingsolver
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terça-feira, 23 de julho de 2013

 Quem inventou essa merece um prêmio.

sábado, 20 de julho de 2013

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Tudo neste mundo é feito de vantagens e desvantagens, ganhos e perdas, lados bons e lados ruins. Segundo diversas tradições, o paraíso seria o mundo da unidade: o homem sendo um com Deus, o homem sendo um com a natureza etc. No mundo da dualidade - homem/mulher, bem/mal, certo/errado, vivo/morto - qualquer coisa é tem seu oposto, logo toda situação terá sempre os dois aspectos. Talvez esteja aí a justiça divina. Porque se for pensar, não importa a situação que qualquer um se encontre, ela virá com seu lado bom e seu lado ruim. Então no fim das contas, corta corta, não importa tanto o que está acontecendo - o fato é que se estamos no mundo da dualidade, estamos todos na mesma. A única diferença é de percepção, de foco, e do que fazemos com aquilo que temos à nossa disposição.
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 Uma campanha que todos deveriam abraçar.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Em mil novecentos e antigamente

 Tenho que tomar uma decisão muito feliz mas difícil em breve. (Mais detalhes, assim que eu puder.)
  Em tempos assim, fico me lembrando de épocas em que a vida era mais simples. Como nos tempos de adolescência, em que eu deixava mensagens engraçadinhas na minha secretária eletrônica. Quem ligou pra mim naqueles tempos, ouviu:
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"Olá, aqui é a Simone. No momento não posso atender. Por favor deixe seu recado.
 Hi, this is Simone. I can't take your call at the moment. Please leave your message.
 Uga buga Simone. Cabuga uga uga momento. Cabuuuuuuga recado."
 
ou
 
"Oi, aqui é Simone e no momento não posso atender. Se quiser deixar um recado, fale após o bip. Se quiser mandar um fax, me compre um."
 
ou
 
"Oi, aqui é Simone e no momento não posso atender porque estou doente. Por favor, deixe seu recado de oito em oito horas."
 
e o clássico:
 
"Oi, aqui é a Simone e no momento não posso te atender. Por favor, deixe seu recado ou uma breve
explicação dos problemas existenciais da humanidade."

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Eternas dúvidas...

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Queijo suíço. Todo mundo conhece esse queijo, aquele cheio de buracos. Quanto mais queijo tiver, mais buracos. Só que quanto mais buracos tiver, menos queijo. Então se quanto mais queijo mais buracos, e quanto mais buracos menos queijo, então quanto mais queijo menos queijo???
 
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 Por que o batizaram a cedilha de "cedilha" se o próprio c da palavra não tem cedilha? Não teria sido mais apropriado se tivesse?
 
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O que aconteceria se um zumbi fosse mordido por um vampiro??
 
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Quando a gente vê nos filmes as reuniões dos Alcólatras Anônimos, cada um que vai falar sempre começa dizendo: "- Hi, I'm David." E os outros, em coro: "- Hi, David." Ué, eles não eram anônimos?? Por que a primeira coisa que fazem então é se apresentar???
 
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 Nem vou dormir essa noite atormentada por essas dúvidas.
 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Nhoque com carne moída

 E outro dia eu inventei de fazer nhoque com molho vermelho de carne moída. Nunca fui muito fã de carne moída e também não sou tanto de molhos vermelhos, mas sabendo que meu marido adora essas duas coisas, resolvi fazer para agradá-lo. Escrevi para uma amiga pedindo umas dicas (eu nunca tinha feito carne moída!) e o resultado me surpreendeu: ficou delicioso!!! Aqui vai o passo-a-passo:

Nhoque com carne moída

Ingredientes:

Para os nhoques:
Nhoques comprados prontos - ha ha
(Eu também sei fazer nhoque, tá? Risos. Mas nesse dia usei desses comprados prontos.)

Para o molho:
Carne moída
Cebola
Alho
Caldo de carne
Molho pronto de tomate
Salsinha
Queijo parmesão e ralado

Preparo:

1. Coloque uma panela grande com água e uma pitada de sal para ferver. Será nela que você vai cozinhar os nhoques.

2. Numa frigideira, coloque um pouquinho de óleo para esquentar. Aí refogue a cebola picadinha, e depois misture o alho. Esfarinhe então por cima de tudo, o caldo de carne.

3. Acrescente agora  na frigideira a carne moída, tomando o cuidado de espalhá-la com a colher, para evitar que se formem "bolinhos" de carne. Vai sair bastante água - não se assute (como eu): é normal! Risos.

4. Vá virando a carne de vez em quando, observando que ela vai mudando de cor. Nisso, a água que você colocou no começo na outra panela já deve estar fervendo. Jogue ali os nhoques.

5. Acrescente agora à frigideira o molho de tomate, e por fim jogue a salsinha.

6. Escorra os nhoques e coloque numa vasilha, com o molho por cima. Na hora de servir, complete com queijo ralado por cima.

 Hummmmmmm!!! Até me deu fome de novo! = )

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Full circle

 E lá estava eu neste último 21 de junho (solstício de verão no hemisféreo norte) participando de uma super aula de yoga bem no meio de Times Square, no que só posso ver como uma full circle experience. Após um ano de Nova York (e arredores), lá estava eu, bem no lugar que eu sempre disse odiar, no meio de uma multidão (que tbm nunca fui fã), em pleno verão (ha ha), zen como nunca, sentindo no fundo do coração uma gratidão imensa por tudo aquilo. Quando a gente muda por dentro, as outras coisas mudam junto.
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 Eu tive uma fase de odiar Nova York. Eu andava pelas ruas da cidade mais amada do mundo, mais cosmopolita do mundo, mais isso e mais aquilo, e torcia o nariz. Arrumava mil explicações para não gostar mais da cidade (porque antes, como turista, eu adorava) mas nem eu mesma ficava convencida das explicações. Eu entrava nas estações de metrô lotadas e me dava uma sensação de purgatório. Eu olhava tudo aquilo e pensava: tem alguma lição aqui pra mim, grande, que eu preciso muito descobrir qual é.
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Eu descobri qual era.
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Era a diversidade que me incomodava. Eu me sentia ameaçada por ela. Era gente diferente demais vivendo vidas diferentes demais pro meu gosto. Mas aí quando me caiu a ficha de que eu não tenho nada com isso, que cada um vive sua vida, que eu não tenho que concordar com todas as pessoas, nem tenho que entrar na onda delas, e muito menos elas na minha, que não tenho que salvá-las de nada, que elas não tem como interferir na minha experiência de vida a não ser que eu permita, e que o mundo está girando muito bem com toda essa variedade, eu acalmei. Me dá um alívio lembrar que eu não sou Deus.
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Cada um na sua, dando conta apenas de si mesmo. Ahhhh...
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Ou melhor dizendo: ommmmm... ommmmm...

terça-feira, 9 de julho de 2013

Mercado de ações é uma coisa engraçada. É um monte de gente vendendo de um lado, outros tantos comprando do outro, e todos achando que estão fazendo um grande negócio.

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 Minha cachorrinha seria uma ótima empreendedora. Ela nunca desiste quando ouve um "não".

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E os que já tem meio caminho andado? Não podem esquecer que ainda precisam andar a outra metade.

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Sing along...

 Unwritten - Natasha Bedingfield
I am unwritten, can't read my mind, I'm undefined
I'm just beginning, the pen's in my hand, ending unplanned

Staring at the blank page before you
Open up the dirty window
Let the sun illuminate the words that you could not find

Reaching for something in the distance
So close you can almost taste it
Release your inhibitions...

 Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is where your book begins!!!
The rest is still unwritten...

 I break tradition, sometimes my tries, are outside the lines
We've been conditioned to not make mistakes, but I can't live that way

Staring at the blank page before you
Open up the dirty window
Let the sun illuminate the words that you could not find

Reaching for something in the distance
So close you can almost taste it
Release your inhibitions...
  

Cantem comigo...!!!


segunda-feira, 8 de julho de 2013

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 Pra começar bem a semana...

"A persistência não conhece a derrota." Napoleon Hill
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

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Do Kafka para sobrecarregados: "Um antigo conto zen fala de um monge que tinha a obrigação de varrer as folhas do pátio do mosteiro. Como cada vez que ele terminava sua tarefa aparecia uma nova folha trazida pelo vento, ele adquiriu o hábito de sempre deixar uma no chão, para que não tivesse de sofrer por isso."
 
 Não é um bom método? Por isso que a partir de agora eu vou sempre deixar umas roupas no cesto de passar. Ha ha.
 
 
 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

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"I like to see a man proud of the place in which he lives.  I like to see a man live so that his place will be proud of him."  ~Abraham Lincoln

("Gosto de ver um homem que tem orgulho do lugar em que vive. Gosto de ver um homem viver de forma que o lugar terá orgulho dele." - Abraham Lincoln)

 
Happy 4th of July!!!



quarta-feira, 3 de julho de 2013



 Ah, esperar por aquele e-mail que ainda não veio.

 Vou de Rousseau: "A paciência é amarga, mas seus frutos são muito doces."

 Que assim seja, inshallah, amém.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Crepe de vitelo ao molho de cogumelos

 Essa é uma receita "metida a besta" por conta dos ingredientes, mas que fica uma delíiiiiicia, isso é verdade! Realmente ela é para quem não tem medo de procurar as coisas nas gôndolas do mercado - risos. Inventei aqui num dia que me deu vontade de comer um crepe tipo esses que a gente come na rua, no melhor espírito quem-não-tem-creperia-faz-em-casa. Servi com saladinha de alface americana, cenoura e repolho picadinho ao lado. Ficou um almoço show de bola!

obs: As quantidades meio esquisitas (37g??) na receita dos crepes é porque eu calculei certinho quanto fazer de massa para dar dois crepes grandinhos e só, sem sobrar nada.

Crepes de vitelo ao molho de porcini - uma receita de Simone Póvoa!

Para duas pessoas

Ingredientes:

Para dois crepes:
37g de farinha de trigo
37ml de leite
37ml de água
2 ovos
1 pitada de sal

Para o recheio:
Alguns filézinhos de vitelo
1/2 xícara de cogumelo porcini
1/4 xicara de vinho marsala
1/4 xícara de água
1/2 xicara de queijo mascarpone
um punhado de salsinha picadinha
1 cebola
1 dente de alho
1 colher (sopa) de manteiga


Preparo:

1. Numa panelinha, coloque os cogumelos porcini (desidratados) junto com o vinho marsala e a água e leve ao fogo. Assim que fever, desligue o fogo e reserve.

2. Misture todos os ingredientes dos crepes com um batedor de ovos, e asse numa frigideira quente com um pouquinho de manteiga (pra dar aquele douradinho).

3. Misture agora ao queijo mascarpone o conteúdo da panelinha onde você ferveu os cogumelos. (Vai misturar mais fácil se os líquidos e os cogumelos ainda estiverem quentes.)

4. Agora retire com cuidado os cogumelos da mistura e passe para uma tábua. Coloque ali também a salsinha e pique tudo bem pequenininho.

5. Numa frigideira bem quente (eu usei a mesma onde assei os crepes, sem lavar, ha ha), pingue um pouco de óleo e jogue os filézinhos de vitelo. (Eu usei vitelo por ser uma carne com gosto suave. Mas acho que com outros tipos de carne, poderia ficar bom também.). Vire-os rapidamente até que estejam dourados, e transfira-os para um prato aquecido. (Eu coloco sempre num prato dentro do forno, aquecido de leve.)

6. Na mesma frigideira (ainda sem lavar, risos), coloque agora a colher de manteiga e misture o que tiver ficado de quando você fritou a carne. Acrescente agora a cebola e depois o alho. Refogue. Adicione ali a mistura de porcini e salsinha, e jogue agora a mistura de mascarpone e marsala. Reduza um pouco.

7. Por fim, acrescente ao molho os pedacinhos de carne e pronto. É só montar os crepes e correr pro abraço.

 Fica MUITO BOM. Palavra.