segunda-feira, 30 de setembro de 2013

"Tudo dará certo, e tudo dará certo, e todo tipo de coisa dará certo." Juliana de Norwich
.
.

sábado, 28 de setembro de 2013

 Há males que vem para o bem.

 E outros, que vem para o bem melhor.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

On A Day Like Today

Free is all you gotta be. Dream dreams no one else can see...


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

E se alguém chegar a ver o filme "A Filha do Meu Melhor Amigo" (The Oranges) vai conhecer a cidade onde estou morando, já que ele se passa aqui na grande metrópole de West Orange, NJ.

 A sinopse: dois vizinhos inseparáveis se veem em uma tremenda saia justa quando um começa a namorar a filha do outro.

 Não vai concorrer ao Oscar anytime soon mas eu achei legal ver porque se passa aqui! E é com aquele ator inglês, o Hugh Laurie, de House. = )

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

"A deusa das mulheres não é uma Pessoa
 nem um Ente nem uma substância;
 É a divina potencialidade
 expressiva delas próprias."
 
 Luisa Muraro
 
 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

"Eu passei a entender que não existem fracassos,
apenas detalhes ignorados, e a dança só acontece quando conseguimos ser melhores em cada um desses detalhes."
Adriana Rossatti,
escrevendo para a revista Vida Simples de setembro 2013 sobre
o que ela aprendeu com o balé e que pode aproveitar para outras áreas da vida.
 
 
 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

E então a Apple lança o iPhone 5c. Tão bom quanto o último iPhone, a diferença mais significativa é que em vez da capa de alumínio, ele vem com capas de plástico em várias cores. Por conta disso, o preço ficou mais baixo que dos iPhones anteriores. E aí no Brasil surge a piadinha de que este é o "iPobre". Sinceramente, viu! Pobre é o espírito de quem inventa ou passa pra frente uma piadinha dessas. Será que o brasileiro está tão acostumado a pagar preços ridiculamente altos por qualquer coisa melhorzinha que ainda confunde preço alto com qualidade? Ou será que isso é mais resultado da bobagem sem tamanho do povo achar que é normal (e muito legal) pagar caríssimo por bens de consumo que estão longe de terem o valor que cobram por aí?
 Tsc tsc.
 
-------------------------------------------------------------------------------------
 
 Pois bem. Enquanto a Apple anunciou o lançamento de duas novas versões do iPhone, a Google foi um pouquinho mais longe a anunciou o quê? A criação da Calico, uma empresa independente cujo objetivo será nada menos que extender a expectativa de vida da humanidade. Um dos executivos disse que com isso eles pretendem um dia "resolver o incoveniente que é a morte." Ah, só isso? Como bem disse a revista Time, soaria como algo completamente louco - caso não se tratasse da Google.
 
-----------------------------------------------------------------------------------
 
 Agora, como será que o pessoal da Calico vai trabalhar para descobrir como enganar a morte? Como vão descobrir os meios pra isso, já que não se tratam de uma equipe médica, mas sim, especializada em tecnologia e análise de dados? Vão fazer como? Procurar no Google?
 
-------------------------------------------------------------------------------------

 

sábado, 21 de setembro de 2013


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

 Ah, Gilmore Girls. Meu seriado preferido, hands down. Até mais que Friends, quem diria.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Não significou nada? Azar. Da pessoa. *


E daí se significou muito mais pra você do que pra ele? E daí se pra você aquilo foi tudo de bom mas pra ela significou muito pouco? Sorte a sua. Sorte mesmo. Sorte de quem captou o sentido, entendeu o significado, aproveitou profundamente, entendeu o que estava se passando, viu de um ângulo maior e melhor. Sorte de quem estava lá de corpo e mente, sorte de quem se deixou levar, sorte de quem se deixou impressionar. Significou pouco pra um e muito pra outro, então quer dizer que não teve significado? Nananinanão. Teve significado, é claro que teve - para quem assim entendeu. Se um homem beija uma mulher e depois os caminhos se separam. E se para ela isso significou bastante e para ele, nada. Qual dos dois terá crescido com a experiência? Quem terá ficado mais feliz? Quem terá ficado até mais triste com a separação dos caminhos, e aí tido a chance de aprender, sentir, elaborar, concluir, e seguir em frente mais forte e preparado? Quem é que sai ganhando? Quem aproveitou ou quem foi blasé? Quem se abriu e se jogou ou quem fez que não era com ele? Ganha sempre quem encontra os significados. É disso, afinal, que estão todos em busca: de um sentido. Que está em tudo, mas não é todo mundo que percebe.

* republicação

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Ao eventual invejoso

 Querido eventual invejoso,
 
 Eu não sei quem você é e nem gostaria de saber. Mas caso você exista, este recado é para você: não inveje minhas coisas materiais, minha vida, minha família, meus amigos ou meus sucessos. Também não inveje meu marido, minha cachorrinha, minhas histórias, meus talentos, as viagens que já fiz nem qualquer outra coisa que possa ser relacionada a mim. Se for para me invejar, então pelo menos faça direito: inveje minha mente, meu estado de espírito e meu modo de ver o mundo. Porque somente porque eu tenho essas três coisas do meu jeito é que me maravilho e me delicio com todas as outras que me rodeiam.
 
 Sinceramente,
 
Eu.
 
 
(Para ideias similares, ler o que Schopenhauer falou sobre felicidade.)
 
 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Para escritores

"O pensamento voa e as palavras andam à pé. Esse é todo o drama do escritor." Julien Green
.
 
"Copiar de um autor é plágio; copiar de muitos autores é pesquisa." - Wilson Mizner
.
 
"O que é mais difícil não é escrever muito; é dizer tudo, escrevendo pouco." - Julio Dantas
.
 
"Seu manuscrito é bom e original, mas a parte que é boa não é original e a parte que é original não é boa." - Samuel Johnson
.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

.

"Dê-se os parabéns quando chegar a enxergar menos os defeitos alheios e mais os seus;
 Então, estará na companhia de grandes pessoas." Napoleon Hill

 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Se fôssemos nós dois, eu seria o da direita.
 Definitivamente eu sou casada com um cara sensato. Agora, se ele se casou comigo porque sou similar a ele ou diferente, isso está aberto a discussão.
 

A nova minoria - Martha Medeiros

É um grupo formado por poucos integrantes. Acredito que hoje estejam até em menor número do que a comunidade indígena, que se tornou minoria por força da dizimação de suas tribos. A minoria a que me refiro também está sendo exterminada do planeta, e pouca gente tem se dado conta. Me refiro aos sensatos.

A comunidade dos sensatos nunca se organizou formalmente. Seus antepassados acasalaram-se com insensatos, e geraram filhos e netos e bisnetos mistos, o que poderia ser considerada uma bem-vinda diversidade cultural, mas não resultou em grande coisa. Os seres mistos seguiram procriando com outros insensatos, até que a insensatez passou a ser o gene dominante da raça. Restaram poucos sensatos puros.

Reconhecê-los não é difícil. Eles costumam ser objetivos em suas conversas, dizendo claramente o que pensam e baseando seus argumentos no raro e desprestigiado bom senso. Analisam as situações por mais de um ângulo antes de se posicionarem. Tomam decisões justas, mesmo que para isso tenham que ferir suscetibilidades. Não se comovem com os exageros e delírios de seus pares, preferindo manter-se do lado da razão. Serão pessoas frias? É o que dizem deles, mas ninguém imagina como sofrem intimamente por não serem compreendidos.

O sensato age de forma óbvia. Ele conhece o caminho mais curto para fazer as coisas acontecerem, mas as coisas só acontecem quando há um empenho conjunto. Sozinho ele não pode fazer nada contra a avassaladora reação dos que, diferentemente dele, dedicam suas vidas a complicar tudo. Para muita gente, a simplicidade é sempre suspeita, vá entender.

O sensato obedece regras ancestrais, como, por exemplo, dar valor ao que é emocional e desprezar o que é mesquinho. Ele não ocupa o tempo dos outros com fofocas maldosas e de origem incerta. Ele não concorda com muita coisa que lê e ouve por aí, mas nem por isso exercita o espírito de porco agredindo pessoas que não conhece. Se é impelido a se manifestar, defende sua posição com ideias, sem precisar usar o recurso da violência.

O sensato não considera careta cumprir as leis, é a parte facilitadora do cotidiano. A loucura dele é mais sofisticada, envolve rompimento com algumas convenções, sim, mas convenções particulares, que não afetam a vida pública. O sensato está longe de ser um certinho. Ele tem personalidade, e se as coisas funcionam pra ele, é porque ele tem foco e não se desperdiça, utiliza seu potencial em busca de eficácia, em vez de gastar sua energia com teatralizações que dão em nada.

O sensato privilegia tudo o que possui conteúdo, pois está de acordo com a máxima que diz que a vida é muito curta para ser pequena. Sendo assim, ele faz valer o seu tempo. Não tem paciência para os que são regidos pela vaidade e não dizem nada que preste. Constrange-se de testemunhar o vazio da banalidade sendo passado de geração para geração.

Ouvi de um sensato, dia desses: “Perdi minha turma. Eu convivia com pessoas criativas, que falavam a minha língua, que prezavam a liberdade, pessoas antenadas que não perdiam tempo com mediocridades. A gente se dispersou”. Ele parecia um índio.

Mesmo com poucas chances de sobrevivência, que se morra em combate. Sensatos, resistam.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

 Adoro sair, passear, descobrir coisas novas, encontrar as pessoas. Mas tem dias... Tem dias (vários, ha ha) que eu sou exatamente como essa música:


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Book worm

Estava pra fazer um post sobre os últimos livros que li, mas anda faltando tempo. (Já que no tempo que me sobra, geralmente estou lendo outros livros, ha ha.) Mas vou resumir aqui, muito rapidamente, porque os livros foram muito bons:
 
.
.
Where we belong (ainda sem título em português, acho) de Emily Giffin é maravilhoso, lindo, lindo, lindo, e desses que prende sua atenção desde a primeira página. Aliás, desde a primeira frase. A história é sobre o que acontece quando uma adolescente que cresceu com pais adotivos resolve ir atrás de seus pais biológicos - e ao mesmo tempo, do que acontece quando o maior segredo de uma mulher (que ela havia entregue um bebê para adoção há 18 anos e só contado a verdade a sua mãe) vem à tona. O livro é lindo, delicado, profundo, divertido, romântico, filosófico... Tudo de bom!
.
.
.
.
 
 
.
.
,Comprometida, de Elizabeth Gilbert é legal, mas há de se estar muito no clima de falar/pensar em relacionamentos. Enquanto eu lia às vezes me dava a impressão de que eu estava no meio de uma grande DR com a Elizabeth e seu Felipe. Mas por algumas coisas que aprendi com esse livro, ele me valeu de-mais.
.
.
.
.
.
 
.
 
.
.
 
 
As consolações da Filosofia, de Alain de Botton não é dos livros mais fáceis de se ler. Como eu diria? Ele não desce lá tão redondo. É realmente um desses livros que exige comprometimento e muuuuito interesse nos filósofos. Mas se você vai em frente, no fim aprende várias coisas sobre a historia da filosofia e é provocado a pensar em diversas questões, então acaba valendo muito a pena.
 
----------------------------------------------------------------------------------
 
 Agora, além de outro da Emily Giffin, eu comecei a ler o The Power is wthin You, da Louise Hay. Antes desse já tinha lido, também da Louise, o famoso Você pode curar sua vida. Fiz também inteirinho o Você pode curar sua vida - caderno de atividades, li o Mulheres Poderosas, e agora estou lendo esse. Estou quase para escrever para a autora para pedir um diploma de conclusão do curso, ha ha. 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Fui assistir...

... o filme novo de Woody Allen, Blue Jasmine - recomendo! Adoro o jeito de Woody Allen de contar histórias, às vezes de um jeito quase didático mas definitivamente divertido. Cate Blanchett fez muitíssimo bem o papel da ex-milionária à beira de um colapso. Amei.
 
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

 No show que fui da Marisa Monte há pouco tempo ela disse uma coisa sobre a saudade que eu adorei. Na ocasião, ela estava tentando explicar à plateia, que também era formada por americanos, qual é o significado da palavra saudade. Aí ela disse que: mais do que sentir a ausência, é também sentir a presença, durante a ausência. Parfait.
 
 Falou Simone Lemos, ouvindo Oasis, numa nostalgia que só vendo.
 
 Just when it falls apart, and when it's time to start... Will you seat down here for another day? And when it's time to be all the things that we are wishing away for another day... 'Cause in my soul we know where we're going... We're going where the grass is green and the air is clean and the good times are growing. So take me away, just for today...

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"Se você pensa que não tem falhas, isso já é uma." Autor desconhecido

Se sempre há lugar para a evolução pessoal então nunca deveria haver para a arrogância. Afinal, ignorantes somos todos - apenas em assuntos diferentes.