sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O celular e a fobia de compromisso

 Eu ia começar a frase culpando a minha geração e as que estão vindo depois, mas vou reformular: alguém mais hoje em dia ainda é capaz de marcar um encontro com alguma antecedência e no dia simplesmente aparecer no local e hora marcada? Você é? Tem certeza? Sem nem mesmo dar uma confirmadinha antes pelo celular? Acho que isso anda muito difícil. O que tem acontecido é que para combinar uma coisa simples e sem erro as pessoas tem que se falar trezentas vezes. A primeira é pra deixar "meio" combinado. A segunda vem um pouco mais perto do dia marcado com um "E aí, ainda está de pé?" Aí, no dia do encontro tem um "É hoje, né?", e depois quase na hora os famosos "Estou quase lá." ou "A caminho" ou ainda o "Vou dar uma atrasadinha". E como se ainda não fosse suficiente, ainda temos os arranjos finais em que se troca os "Já estou aqui" ou "Estacionando..." Para os que mesmo com tanto combina daqui, combina dali ainda não ficaram satisfeitos, aí ainda vem o totalmente redundante "Cheguei." Gente! Se a pessoa já chegou, não é melhor avisar a outra em pessoa do que por mensagem?? O que é isso? Será que sou só eu que acha tudo isso uma aberração?
 
 Alguém aí ainda se lembra daqueles remotos tempos, nos quais marcávamos as coisas uma vez só e pronto? Ninguém tinha celular pra ficar combinando e recombinando, e de alguma forma, dava tudo certo. Você combinava uma coisa às vezes com uma longa antecedência, e fim. O dia chegava e as coisas aconteciam. E as pessoas sabiam que podiam contar com isso. Marcávamos coisas pro próximo dia, para a próxima semana, às vezes para meses depois! Naquele filme "Tarde demais pra esquecer" os personagens de Cary Grant e Deborah Kerr marcam um encontro no topo do Empire State para 6 meses depois! E tá, eu sei que na última hora ela é atropelada e que aí eles passam não sei quanto tempo no maior mal entendido de todos os tempos, e quem sabe se ela pudesse ter mandado um What'sApp do hospital... Bom, mas isso é hollywood. O caso é que eles se lembravam perfeitamente do compromisso e teriam se encontrado, caso o gênero do filme não fosse drama.
 
Eu não sei, mas tenho uma suspeita de que deve existir alguma ligação dessa coisa dos celulares com uma certa fobia de compromisso que permeia essas novas gerações. Mas também, pudera. Se a pessoa não consegue se comprometer em estar daqui 3 dias em tal hora e tal lugar, quanto mais se comprometer a estar daqui 20, 30 anos em tal relacionamento com a mesma pessoa. As pessoas querem deixar suas opções abertas. "Se na hora eu ainda estiver afim, confirmo." "Se na hora eu estiver com tempo, confirmo". "Se no dia eu lembrar, eu vou". Mas que coisa. O que aconteceu com o saber planejar o tempo? Ou organizar uma agenda? Ou de fato, se comprometer? 
 
 Acho que seria um bom exercício para todos nós se voltássemos a combinar as coisas uma vez só e pronto. Nos faria trabalhar de novo várias coisas que andam precisando de uma desenferrujada - a memória, inclusive. 

[Em tempo, tenho uma amiga minha com quem ainda marco encontros para daqui não sei quanto tempo falando no assunto somente uma vez e no dia dá tudo certo. Adoro que ela é assim. E que também consigo ser.]

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Estamos com um cd de música clássica no carro. É começar a tocar e meu marido começa a questionar a importância do maestro. É compreensível. Fico lembrando de um comentário do Seinfeld sobre isso dizendo que se você parar pra pensar, todo mundo deve se perguntar que diabo aquele cara está fazendo ali. Ha ha. Ah, sim. Porque será que você precisa mesmo que um cara fique balançando um pauzinho na sua cara pra conseguir tocar violino? Isso ajuda? No começo, até dá pra entender: "Atenção, lá vai, um, dois, três, agora!" Mas depois que a música começa, o que é que ele fica fazendo ali? Não posso imaginar o violoncelista olhando em volta: "Estou confuso, não sei o que fazer, e agora?" Aí o maestro sacode aquele pauzinho: "Faça isso, isso e isso", e ele: "Ah, sim, obrigado. Agora já sei o que fazer."
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E o que dizer do pessoal que leva aqueles binóculos pequenininhos para a plateia da ópera? Eles precisam mesmo daquilo? Os cantores são pequenos, não dá pra ver direito? Aquelas mulheres pesam 150, 180 quilos, usam umas roupas enormes, tem aqueles chapéus com chifres. Se você não consegue enxergá-las, melhor esquecer a ópera e pensar em optometria, lentes de contato, coisas assim.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

 E por mais que esteja arrasando, não caia na bobagem de ficar cheio de si. É assim que deuses voltam à condição de formigas.
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Rapidinhas

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E pros lados de cá, o inverno continua rigoroso. Nesse exato momeno enquanto escrevo, aqui do lado de fora tem neve acumulada batendo no meio da perna, e bem uns 3 ou 4 carros de gente que não tem saído que acabaram completamente enterrados. E já começou a nevar de novo. Ai, ai, ai.
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 Mas tudo bem porque na 6a que vem parece que vai chegar a 10 graus positivos, o que parece pouco para países tropicais mas believe me, é uma delícia em pleno fevereiro.
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 Então é isso. Aguentemos firme mais essa semana com toda essa neve se acumulando. E que venham os 10 graus pra derreter tudo isso! E aí, tenham todos uma ótima inundação.
 
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 Minha professora do pilates estava contando hoje de manhã como o carro dela ficou sem gasolina a poucos metros de um posto. O único problema era que o carro estava lá embaixo e o posto era ladeira acima. E como era self service e ela não tinha nada em que transportar um pouco de gasolina até o carro, o jeito foi fazer os dois filhos dela empurrarem o carro ladeira acima, enquanto ela controlava o voltante e ia gritando palavras de incentivo aos meninos. Fiquei imaginando que palavras não devem ter sido essas:
- Come on, boys. Suck in this belly button! Engage your core. Just a little bit more. This is not suppose to feel good!!!
 
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Como perder completamente o contato com alguém hoje em dia:
1. Saia do Facebook;
2. Apague seu WhatsApp;
3. E só.
 
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E por que essa mania dos novatos do Facebook de se referirem a ele como o "Face"? A minha conta é de 2007. Pra mim o nome é f a c e b o o k, com todos os fonemas, as Zuckerberg intended.

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 E sabe aquelas conversinhas socialmente aceitas que se tem com conhecidos no elevador do prédio onde você mora? Por exemplo: "E aí dona fulana, como é que vai?" "Na corrida, como sempre!", e as duas dão um sorrisinho. No Brasil é sempre bom que você esteja na corrida. Nem que seja na de 100 metros rasos. As pessoas aceitam e admiram muito essa história da corrida.

 Aqui nos EUA uma resposta muito boa para esse caso é dizer que "está estocando". O que ou para que não interessa. Você está tirando as compras do porta-malas no que vem passando um vizinho que te cumprimenta: "E aí, como é que vai?" e aí você deve responder: "Ah, tô aqui estocando para o..." E aí completa com: furacão/ nevasca / superbowl/ dia da bandeira/ provável invasão alienígena, o que for. A pessoa vai abrir um grande sorriso e sair satisfeito. E provavelmente, cuidar de fazer o estoque, ela também.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Uma questão de escolha.

Todo mundo há de concordar que uma das melhores coisas da vida é ter ao lado aquele certo alguém. Aquela pessoa a quem você ama, com quem você conta, de quem você cuida, e que te deixa tão mas tão feliz que a única coisa que você quer é fazer o mesmo por ela. Aquela pessoa que tem aquela combinação tão específica de características físicas e comportamentais que a tornam, a seus olhos, a mais especial entre todas as outras criaturas que você já conheceu. Aquela pessoa - aquela - com quem você quer conversar por horas, sair, beijar, filosofar, pensar alto, ficar ao lado, dividir um sorvete, dar risada, dar uma força, abraçar, fazer de tudo e fazer nada, que com ela até isso é gostoso. Como é incrível encontrar esse certo alguém. Quando os planetas se alinham, o universo conspira e o destino traça, finalmente esse encontro maravilhoso pode acontecer e durar pra sempre.
 
Será?
 
Antigamente eu era dessas românticas incuráveis que acreditava em encontro de almas gêmeas. Seria uma coisa mística, divina, praticamente de outro mundo. Eu sabia, simplesmente sa-bi-a que quando esse tal cara cruzasse meu caminho, nossos olhares se encontrariam e pronto: o resto seria história. Montaríamos no cavalo branco do amor e cavalgaríamos em direção ao pôr do sol para viver nosso felizes para sempre.
 
Aí vários anos passam... E sim, continuo sendo uma romântica incurável - só que hoje com dois pezinhos fincados na realidade. Hoje sei que se por um lado a experiência mística do encontro de fato existe (e as pernas de fato tremem, o coração dispara, a boca seca, as mãos suam, e meu Deus, chamem um médico que se não for amor deve ser um avc), entendi que a parte do felizes para sempre não é uma consequência simples e imediata do fato de que aquelas duas pessoas que se amam se encontraram. Se a vida é construída dia após dia, nada mais natural que o "viveram felizes para sempre" também seja. E começa com duas escolhas básicas, que de tão básicas podem às vezes passar batidas: vamos ficar juntos e vamos ser felizes.
 
 Vamos ficar juntos. Simples, né? Afinal, você ama o cara, ele te ama. Nada mais fácil e óbvio então, certo? Seria, se não existisse o sonho de um, a carreira do outro, o onde vamos morar, o que quem vai ceder o quê, as famílias, os amigos, as expectativas, os gastos, os gostos, o jeito que um foi criado, o jeito que o outro espera ser tratado, o stress, o trânsito, a falta de tempo, a rotina as contas... Ufa. Estou muito anti-romântica? Pelo contrário. Todas essas coisas fazem parte da vida. E ao amor fica a parte do escolher ficar com aquela pessoa por quem seu coração bate mais forte, no meio de todo esse contexto. É o enfrentar a vida juntos. Ou simplesmente, viver a vida juntos. É uma escolha que se faz uma vez no início do relacionamento mas que se volta a fazer dia após dia, ano após ano. Um cede de cá, o outro alivia de lá. Por quê? Porque mesmo com as mil situações, fatores e nuances que a vida e que cada um apresenta, continuam decidindo ficar juntos. De tão realista, de tão pé no chão, acaba sendo a coisa mais romântica do mundo.
 
E o vamos ser felizes. Coisa mais óbvia também, né? Afinal, ser feliz é o que todo mundo quer. E felicidade é uma decisão. Logo, é óbvio que... É, você já me entendeu. Também não é tão óbvio assim. Porque às vezes o orgulho, a falta de paciência, o ciúme, o cansaço, o ego etc etc entram no caminho e por um momento parece que a gente acha que essas coisas são mais importantes do que aquela que é a que realmene queremos - e que é tão melhor. Então queremos ter a razão em vez de ser felizes. Ter a posse do outro em vez de ser felizes. Resolver a vida em vez de ser feliz. Ganhar a briga em vez de ser feliz. (Aliás, expressão mais sem pé nem cabeça essa. Ganhar a briga. Como se alguém ganhasse alguma coisa com isso.)
 
Com todas essas coisas, muitas vezes o que eram para ter sido uma histórias de sucesso às vezes terminam por fracassar. Falta de amor? Às vezes sim. Muitas vezes não. O que tenha faltado talvez fosse perceber que problemas vão fazer parte da vida de qualquer pessoa sempre - esteja ela comprometida ou não. E que para que qualquer relacionamento vá para frente, além do amor, paixão e encantamento, é preciso realmente fazer o pacto de vamos ficar juntos e vamos ser felizes.
 
 É fácil? Não. Vale a pena? Mais que tudo no mundo. E aí a romântica incurável entra em cena de novo e cantarola:
 
"E só ao seu lado, seu telhado, me faz feliz de novo..." Ah, Marisa concordaria comigo!
 
 Happy Valentine's Day!!!
Tantas coisas não ditas
nas entrelinhas
das que quase dissemos.
 
Melhores as imaginadas,
 aventadas e discutidas
ou as que de fato fizemos?
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cebola caramelizada

 Hoje deixo aqui uma receitinha rápida de um acompanhamento muito gostoso. Fiz outro dia aqui em casa e fez sucesso! = )

 Cebola caramelizada

Para duas pessoas
Ingredientes:
Uma cebola grande, 1/2 copo de vinagre, 1/2 copo de açúcar refinado, 1 colher (sopa) de açúcar mascavo, 3 colheres (sopa) de água, um pouquinho de óleo.

Preparo:
Fatie a cebola grosseiramente. Refoge numa frigideira com um pouquinho de óleo. Quando ela estiver quase dourando, jogue o vinagre, a água e o açúcar refinado. Equanto reduz, mexa ligeiramente. Adicione o açúcar mascavo quando estiver quase já sem líquido, para dar uma corzinha.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Pra mim, a vida é longa.

 Sempre ouço as pessoas dizerem que elas tem a impressão de que o tempo voa e que a vida passa num piscar de olhos. Até entendo o que querem dizer com isso mas acho curioso -  porque eu tenho a impressão oposta. Sempre vivi com a impressão de que a vida é longa, beeeeeeem longa.
 
Essa impressão não vem de acreditar que eu ainda vá viver muitos e muitos anos (que acredito), mas sim de olhar pra trás e pensar em tanta coisa que já aconteceu até hoje... Tantos anos, tantas semanas, tantas situações, mil e uma coisas, e quando eu penso, são apenas 31 anos. Sei lá. Às vezes acho que baseado nas minhas histórias e em tudo que já vivi, eu já devia ter uns 50 anos.
 
 Já parei pra pensar no porquê dessa impressão oposta a da maioria das pessoas, e chego a algumas hipóteses.
 
 Pode ser por algo tão básico e objetivo com o fato de que aproveito meu tempo muitíssimo bem. Logo, os dias pra mim costumam ser mesmo mais longos que para a maioria das pessoas.
 
Pode ser também pelas minhas mil histórias, coisas que fiz, e passei, e vi, e aprontei (risos) e vivenciei. Morei em países diferentes, viajei para lugares exóticos, trabalhei em ambientes diversos, fiz amigos de várias nacionalidades etc etc. Sendo assim, quando olho para trás, minha vida é quase como aqueles dias de passeios intensivos que se faz nessas viagens curtas: são poucos dias mas a impressão é de que foram bem mais.
 
 Pode ser ainda porque minha memória é muito boa, então posso ter uma noção diferente do passado do que quem se lembra de menos coisas. Quando começo a lembrar do que passou, é quase como se estivesse vendo um filme: lembro de cores, cheiros, falas, detalhes. E ter essa noção mais completa me dá a impressão mais acertada dos fatos, bem menos resumida do que a maioria das pessoas deve ter.
 
No fundo, acho que realmente é uma combinação dessas três coisas, mas tem ainda uma quarta que eu acho que é a que pesa mais: o fato de eu estar de fato presente na maioria dos meus momentos. Acho que é muito comum as pessoas fazerem as coisas sem nem prestarem atenção no que estão fazendo. Estão almoçando pensando no que vão fazer depois. Conversam com alguém mas ao mesmo tempo estão com a cabeça em outra coisa. Estão num lugar mas a cabeça está em outro. E isso deve fazer a vida passar voando. Ou melhor, isso faz a vida simplesmente não passar. Porque se você está num lugar mas a cabeça está em outro, a verdade é que naquele momento você não está, de fato, em lugar nenhum. E se você passou os últimos 30 ou 40 anos em lugar nenhum, não teria mesmo como achar que passou devagar. Na verdade, deve mesmo ter passado num piscar de olhos.
 
 Ligado ao fato de se estar no lugar onde se está, vem a questão de se aproveitar realmente cada coisa. Eu acho uma graça incrível nas coisas tidas como comuns, banais ou normais. Por exemplo, eu adoro sons de máquinas de lavar funcionando, ou de carros passando lá fora, ou de pessoas conversando ali embaixo, porque me trazem aquela paz que diz que tudo está em ordem no mundo. As bolhas que se formam quando se está lavando a louça, o cheiro de um shampoo ou condicionador, o momento que diminuem as luzes no cinema antes do filmes começar... Desses, tenho outros mil exemplos de coisas que acontecem todos os dias e a todo tempo, que são tão tão gostosas, e que pra tanta gente passa batido.
 
 O interessante é que quando você começa a prestar atenção nesse tipo de coisa corriqueira, a vida ganha tanta graça e fica tão interessante, que você passa a quase não precisar dos "grandes acontecimentos" - apesar de gostar quando eles acontecem. Mas você percebe que uma manhã de quarta-feira é tão gostosa quanto uma véspera de ano-novo. (Bem mais gostosa, eu diria.)
 
 Se a gente for parar pra pensar, a vida é formada mesmo por essas coisas corriqueiras somadas às que você decide fazer por iniciativa própria, adornadas pelas situações que você cria para si mesmo e intensificadas pelas emoções que você se permite experimentar.
 
Acho que para se perceber o quanto a vida é longa (e incrível), basta abrir o coração e cuidar de viver o aqui e agora, aceitando e abraçando o que quer que se apresente. Que tal encarar o mundo hoje atentamente e de peito aberto? 
 
And breath in, and breath out. :)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

10 ideias para surpreender alguém

 Esse é para você que está afim daquele certo alguém, quer se fazer notar mas não sabe por onde começar. Ou para você que já está com o seu certo alguém e simplesmente quer fazer uma surpresinha. Porque rotina eterna, ninguém merece.
 
 10 ideias para surpreender alguém

1. Fique escondido atrás da porta em silêncio e quando a pessoa passar...
 
hahaha, brincadeira.
 
1. Por um momento, pense com a cabeça da pessoa. Do que ela gosta? De bilhetinhos? Escreva um. De uma companhia calada? Seja uma. De aventuras? Planeje uma para fazerem juntos.

2. Faça aquilo que ela vem te pedindo para fazer há séculos - num momento em que ela não esteja trazendo à tona o assunto.

3. Deixe um bilhete no para-brisa do carro da pessoa. Melhor ainda se você conseguir encontrar o carro dela num local inusitado, como no estacionamento do trabalho ou da academia que frequenta.

4. Encomende um bolo do sabor preferido dele ou dela numa confeitaria. Em vez do "Parabéns" que às vezes escrevem, peça para vir escrito "Você é especial" ou "Eu te amo".

5. Leve para casa o que ele ou ela mais gostar em termos de sorvete/revista/filme/biscoito.

6. Declarações rasgadas sempre supreendem. Muito cedo para uma declaração de amor? Que tal uma de "gostar"? Tem vergonha de dizer cara a cara? Grave a delcaração e mande o vídeo por e-mail.

7. Você sempre diz tal coisa quando acorda, pergunta tal coisa quando liga, conta tal história em tal situação? Por quê? Diga outra coisa. Não diga nada. Conte outra história. Em suma, vire o disco.

8. Peça ao garçom que esconda a caixinha na sobremesa, ou que coloque o anel no fundo da tulipa de champanhe. De tão clichê, as pessoas pararam de fazer. Logo, tornou-se surpreendente de novo.
(O mesmo vale para bilhetes passados por baixo de mesas levados pelos pés. É sexy, se feito por mulheres.)

9. Que tal dar um belo presente de aniversário - sendo que ainda faltam 7 meses para o aniversário dele chegar?

10. Uma boa mudança física sempre surpreende também. Melhor ainda se você conseguir manter em segredo o durante, e os resultados simplesmente começarem a aparecer. Sugestões: perder peso, clarear os dentes, se bronzear, pintar o cabelo ou até as unhas numa cor completamente inesperada.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

De volta.

 A gente volta pra casa e a rotina volta junto. Mas sabe, até que limpar a casa é gostoso.

 É isso ou já andei inalando produtos de limpeza demais.