sábado, 31 de maio de 2014

Bermuda, Bahamas, come on pretty mama...

 É pra lá que estamos indo hoje, começar a ter que tomar aquele tipo de decisão difícil como: será que já tomei sol o suficiente de frente e devo virar? Será que tomo mais um sorvete? Voltar pro hotel ou almoçar na praia? etc. Vida dura.
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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Eu fui!

Semana passada a Emily Giffin, uma das autoras que mais gosto, esteve na Barnes & Noble de Union Square lançando seu livro novo, The One and Only. Claro que eu fui, né? Essa foto foi tirada pela própria autora. Quem consegue me encontrar?? Rs.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Bom é o aprendizado.

Ontem deu no jornal Marcos Valério sendo transferido da Papuda para não sei qual outra prisão.  Gosto da notícia, gosto de saber que vários daqueles corruptos foram presos, mas não é o tipo de notícia que me deixa exatamente feliz. Há quem delire ao ver o mal se dando muito mal. Há uma lógica nisso, um sentimento de justiça sendo feita. Mas não vejo por aí. Na verdade não há nada de maravilhoso num ser humano precisar ir para atrás das grades. Não há nada de incrível em ver pessoas se dando mal. Não consegui nem olhar para as imagens do ditador Muammar Kadafi estendido morto no chão e fiquei bem chocada com quando enforcaram Sadam Hussein. Porque mesmo "o mal" sendo muito mal, o mal que fazem com a pessoa em retorno continua sendo isso também - algo ruim. Que deve criar karma também para quem praticou, por mais nobres que forem as intenções.
 Não que eu torça pelo mal ou ache que deva passar impune, de jeito nenhum. Mas acho uma pena muito grande que certas pessoas consigam criar destinos tão horríveis para si mesmas, ou que precisem passar por coisas tão terríveis para aprenderem suas lições. Não acho que o mal tenha que se dar mal. Acho que o mal tem que se transformar em bem. Porque não há nada de maravilhoso em ver alguém numa situação degradante, ponto
. A única coisa boa que pode surgir de cadeiras, prisões, execuções etc talvez sejam as lições que a pessoa provavelmente vai aprender (sim, mesmo depois de morta- isso já seria toda uma outra conversa) e também o que talvez aquele exemplo esteja ensinando ao restante da população.
 No estágio que a humanidade está, punições e castigos parecem ser mesmo ainda necessários. Mas não é nada que se deva vibrar de ver. Ver esses pobres coitados vivendo os infernos que criaram para si mesmos só é algo que me faz pensar: que pena os seres humanos ainda cometerem atrocidades tais de modo que ainda se precise dos castigos. 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Se ela está feliz, também fico. :)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Foi preciso a estrada, a distância, o fuso horário, o passaporte, o visto, a língua estranha. Foi preciso perder o rumo, não entender o mapa, brigar com o gps, pedir informação, tentar falar alemão em terra onde só se entendia francês. Foi preciso a curiosidade, a vontade, a sede, a coragem, a resistência, e a saudade. Foi preciso fazer malas para perceber que viajar mais leve é viajar melhor, e que só se deve levar o que se consegue carregar, e que na maior parte do tempo precisamos de muito menos do que imaginamos para continuar. Foi preciso ir para longe, bem longe, e voltar. E ir de novo, e retornar. E mais uma vez então, pela primeira vez com a segurança de estar acompanhada mas o frio na barriga da falta de data para voltar. Foi preciso morrer de rir, rir pra não chorar, chorar, chorar um monte, e chorando ou rindo continuar seguindo. Foi preciso pegar trens, aviões, barcos e até caiaque, andar por lugares que nunca imaginaria que existissem quanto mais que um dia eu estaria neles, e ver coisas tão diferentes de qualquer coisa com a qual eu pudesse comparar que o cérebro não teve outra escolha senão as ver, simplesmente. Foi preciso isso e outras coisas que a estrada nos dá para perceber que por mais que por mais que alguém se negue a se mexer que o mundo continua girando, mas que a vida se torna mais vida quando decidimos participar do movimento. Que a melhor zona de conforto é a que encontramos dentro de nós mesmos quando o espírito está centrado, que as terras pelas quais passamos jamais deixarão de existir dentro de nós, que existe tanto, tanto neste mundo a se ver e fazer, que as possibilidades são ilimitadas, e que a vida de peito aberto é a melhor que se pode viver. Conforto é bom e eu sempre gostei, mas finalmente percebi que ele fica melhor ainda entre uma aventura e outra. O calor, a chuva, o frio, o vento no rosto, as pernas cansadas, a saudade, e as memórias. Experimentar o que há para se experimentar, escolhendo bem e caminhando sempre. Se o que a gente veio fazer aqui é viver, então façamos isso direito.
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"Vai, vai, seja livre para ir. Esqueça os limites subjetivos da vida. Esqueça que o tempo é divido em horas. O sol é seu relógio. O mundo, sua casa."
 
 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Receita de arroz cremoso

Vi esse arroz cremoso um dia no Mais Você e resolvi testar. A receita é do site da Hellmanns, mas mesmo pra quem não é lá tão fã de maionese assim (meu marido) aprovou. Mas também, não teria como não gostar: fica maravilhoso!!! E o melhor: é um prato único super fácil e rápido de fazer. Recomendo muito!

Arroz cremoso - serve bem de 2 a 3 pessoas, dependendo da fome - rs.

Ingredientes:
1/2 xícara de água
3 colheres (sopa) cheias de maionese
1 1/2 xícara de arroz cozido (450g)
1/2 unidade de tomate picado sem sementes
100g de frango desfiado
1/2 cebola picada
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de queijo ralado
1/2 colher (sopa) de salsinha picada

Preparo:
1. Refogue a cebola no azeite. Junte o frango e o tomate e refogue por mais alguns minutos.
2. Adicione o arror, a maionese e a água, e misture até ficar homogêneo.
3. Retire do fogo e adicione o queijo ralado e a salsinha. Sirva em seguida.

obs: Eu usei a versão light da maionese. E na hora do queijo ralado, eu coloquei um pouco mais do que manda a receita, e foi uma mistura de parmesão e um outro queijo ralado aqui que mistura 4 queijos. 

domingo, 18 de maio de 2014

Só tem uma coisa melhor que um livro: uma biblioteca.

Por um fim de semana de muita leitura.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

 
 
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O problema dos superficiais é que na maior parte do tempo estão perdendo a melhor parte. Porque enquanto se preocupam com a imagem das coisas, com como as coisas vão parecer, estão deixando escapar de tudo a essência. Como a essência não está na superfície, o que perdem da vida é justamente isso: o essencial. É como se suas únicas experiências gastronômicas fossem assistindo programas de culinária, ou como se o único modo como conheceram perfumes fosse olhando as caixas e as embalagens, ou como se o único modo como experimentaram a paixão e o amor fosse assistindo filmes que falam disso, ou como se o único modo como receberam uma massagem relaxante fosse pelo telefone. Deve haver muito pouca satisfação em viver uma vida que não se aprofunda.

domingo, 11 de maio de 2014

Aquela que dá a vida.

Mãe é aquela que dá a vida. Mas de quantas formas? Quantos significados tem essa frase?
 
O primeiro que todo mundo pensa, eu acho é aquele maior e primordial - a mãe é aquela que nos gerou. Que pensou em nós antes mesmo que existíssemos dentro delas, que nos carregou e nutriu e amou pelos nove meses de gestação até nos darem à luz. E que então seguiu nos carregando, nutrindo, amando, e fazendo mais milhões de outras coisas por nós. Mãe é aquela que nos deu a vida e quem nos deu à vida, e que depois disso ainda continuou possibilitando a vida.
 
Mas além disso, mãe também é aquela que nos deu a vida que tivemos, e de certa forma, a que continuamos tendo. Ah sim. Porque mãe é aquela que dá o tom em casa, a cara pra nossa infância, quem impôs a rotina e mostrou os limites, alargando-os aqui e ali quando dava e convinha, criando pra gente um ambiente seguro, tranquilo e gostoso de se viver. Mãe então também é aquela que nos deu a vida que a gente teve, que obviamente afeta a vida que temos hoje.
 
 Mas além desses dois, ainda vejo um terceiro sentido. Pelo menos porque para mim foi assim. Minha mãe foi aquela que além de nos dar a vida, e a vida que tivemos, foi também quem sempre deu vida a tudo - à casa, às festas, aos almoços, às viagens, ao dia-a-dia. E assim, foi aquela que me deu vida, essa vida que carrego dentro de mim e que tem vontade de viver, de ver, de ir, de experimentar, de cantar, de dançar, de ligar a música, de botar a mesa, de acender as velas, de me arrumar, de sentir, de ser plena.
 
Não é pouca coisa. Além de me trazer ao mundo, cuidar de mim e possibilitar a vida que tive, ela ainda me presenteou com o ensinamento mais importante que uma pessoa pode ter nesta vida: que a vida vale a pena, que ela não quer ser pequena, e que precisa ser vivida. Com um pé na seriedade e outro no humor, com uma dose de realismo e outra de imaginação, e com a graça de um equilibrista que rodopia mil pratos e ainda dá seu show sorrindo, muito mais do que a vida que me deu naquele domingo de janeiro, ela continua me dando, mesmo a quilômetros de distância, essa vida que me move a cada dia. Obrigada, mãe! De coração, te amo!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

 Muito se fala na busca da felicidade como algo legítimo e até esperado que se faça - mas acho que estão errando o alvo. A meu ver, felicidade não é algo que se busque, mas algo que se sente ao buscar outras coisas. Pra mim isso é muito claro. Nunca tive como objetivo me sentir feliz mas sempre me sentir viva. Por isso nunca tive medo de arriscar, tentar pra ver o que vai dar, fazer minhas loucuras, dar a cara a tapa, me colocar na linha de frente. Aí o coração acelera, o joelho treme, às vezes acerto, outras erro, faço bobagens, me delicio nos melhores confortos e também esfolo a pele, o joelho, o coração. Nesse processo, sou muito feliz. Porque aí é que está. Felicidade pra mim está justamente nisso: no caminhar, no construir, na tecelagem de outra e outra história mais. Está em viver sem economizar a vida.
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domingo, 4 de maio de 2014

Não há modo mais perfeito, embora inquieto, de usar o tempo: o de te esperar.
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