sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Nem por cima, nem por baixo.

 O problema de se sentir superior a qualquer pessoa em qualquer momento é que no momento seguinte você fatalmente irá se sentir inferior a outra pessoa.
 
Se a lógica da superioridade estivesse certa, se uma pessoa pudesse mesmo ser superior a alguém, então ela também seria inferior a muitas outras.
 
E isso simplesmente não existe.
 
Eu vejo cada pessoa no seu barco, seguindo seu caminho, escrevendo sua história. Superior, inferior... Tudo bobagem. Entendo que existem os mais e os menos evoluídos - mas isso tem a ver com o espírito e com o coração, somente.
 
 
E se você não consegue ver ou experimentar a mágica que existe no universo, certamente não é culpa do universo.



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Do cachorro que só late

 
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Tem gente que fica anunciando aos quatro cantos o que vai fazer - e tem os que vão lá e fazem. Estes, geralmente falam pouco de seus planos - talvez até porque estejam muito ocupados os executando.  Mas tenho uma outra teoria sobre os "cachorros que só latem".
 Acho que quando temos o desejo de algo, procuramos entrar em contato com aquilo de alguma forma. Quando estamos de fato executando ou dando passos concretos em direção ao que desejamos, estamos em contato com o que buscamos, e isso nos basta. Já os que estão apenas desejando, talvez fiquem falando da coisa para, de alguma forma, entrar em contato com ela.
 Já repararam que as pessoas que mais costumam "anunciar" coisas são as que menos fazem? E que os "quietinhos" geralmente são quietinhos apenas no que diz respeito ao falatório? Acho interessante observar isso.  
 
 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Sobre me tornar mãe

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Alguns me dizem que será a melhor coisa do mundo, a mais recomensadora, a mais maravilhosa. Outros me dizem que será a mais difícil, mais exaustiva, mais complicada. Eu não espero que seja nem um nem outro. Ou melhor, eu aceito que possa vir a ser um e outro. Ou talvez alguma outra coisa.
 
Minha gravidez foi bastante desejada e planejada, mas não entrei nessa esperando algum tipo de compensação, ou encontrar o paraíso, ou me sentir plena ou realizada ou sei lá o que. Também não entrei nessa pelo desafio, pra ganhar o troféu daquela que abdica de sua própria vida pelo filho, da mártir, da padecente no paraíso.
 
 Eu entrei nessa pura e simplesmente pelo motivo mais genuíno: porque queria muito ter essa experiência. Porque estou disposta a dar o meu melhor por essa vida que estou gerando, mas já sabendo que meu melhor estará longe de ser "o" melhor. O que eu queria ao desejar engravidar era passar por isso na vida. Viver a construção de um núcleo familiar meu, que começou com meu casamento e agora irá se ampliar. Me ligar ao meu marido por todo o sempre porque agora estamos unidos numa terceira pessoa que aqui dentro se forma. E quem sabe ensinar uma coisa ou outra a essa criaturinha, que eu nunca vi mas já sei que é fofa. (E se puxar para o pai, será também uma Einstein.)
 
 Eu decidi que queria ser mãe pelos mesmos motivos que decidi várias outras coisas que foram ou são grandes e importantes na minha vida - porque estou disposta a me entregar à experiência, traga ela o que trouxer. Porque queria muito viver isso, saber do que se trata, ver o que tem lá, aprender pelo amor e pela dor.
 
Se vou morrer de amores pela minha filha? Claro. Ela nem nasceu ainda e eu já morro. Outro dia estava vendo um filme que apareceu um bebêzinho sorrindo no meio de uma cena, que nem de drama era, e eu comecei a chorar copiosamente (hormônios...) no meio do cinema, de tanta felicidade por lembrar que em breve eu terei uma bebezinha minha.
 
Então, espero que vá ser incrível? Claro. Espero que vá ser difícil? Claro. Na verdade, espero que vá ser algo como o início de A Tale of Two Cities, de Charles Dickens:
 
"Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos; foi a idade da sabedoria, foi a idade da insensatez, foi a época da crença, foi a época da descrença, foi a estação da Luz, a estação das Trevas, a primavera da esperança, o inverno do desespero; tínhamos tudo diante de nós, tínhamos nada diante de nós, íamos todos direto para o paraíso, íamos todos no sentido contrário.”
 
 Ele estava falando da Revolução Francesa, mas algo me diz que poderia estar falando da experiência da maternidade. Ha ha.
 
Sim, imagino que vá acrescentar muita coisa boa a minha vida, e que os momentos bons superarão de longe os ruins. Mas estou longe de imaginar ou esperar ou mesmo querer a perfeição.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Salvem as vogais

 por Martha Medeiros

 O que pode ser mais miserável do que uma pessoa faminta, sem teto, sem futuro, sem saúde? Sabemos que não são poucos os miseráveis do país, mas às vezes esquecemos da quantidade também imensa de miseráveis que está em nossa órbita, cuja barriga não está vazia, mas a cabeça, totalmente.

Acompanhei a transcrição dos chats que foram divulgados pela imprensa, para que se saiba mais sobre o que aconteceu com aquele rapaz que morreu num posto de gasolina, depois de uma briga. Lula nem precisava levar os ministros para o Nordeste para que eles conhecessem a pobreza extrema, bastaria que entrassem numa sala de bate-papo virtual. Miséria psicológica também atola um país.
 
 Dependendo da escolha do assunto, é possível encontrar na internet conversas que fazem sentido, com frases que têm começo, meio e fim, mas na maioria das salas o que costuma rolar é um papo furado da pior qualidade, com altos teores de vulgaridade e agressividade. Um bando de seres abreviados, tal como escrevem. Um miserê de dar medo.  A fome de pão e leite tem que ser saciada com urgência, mas nossa miséria é mais ampla e se manifesta de várias maneiras, não só através da perda de peso e dos ossos aparecendo sob a pele. Miséria é perda de discernimento. Perda de amor-próprio. Perda de limites. Até perda de vogais: vc q tc cmg? Normal: códigos de internautas. Mas me diz se não é o retrato da penúria?

Eu vejo miséria por todos os lados, em todos os andares dos edifícios, dentro dos carros, fora deles, em portas de escolas e dentro delas, do lado de fora da nossa casa ae também ali comodamente instalada, miséria espiritual, miséria afetiva, miséria intelectual, indigências que tornam o ser humano cada dia mais tosco e bruto. Eu sei que a vida é assim mesmo, que os tempos são outros, que não adianta vir com moralismo e com este papo de que a família tem que participar mais da vida dos filhos, nada adianta, o rio vai seguir correndo para a mesma direção. Eu sei. Mas não me conformo.

O alfabeto tem 21 consoantes, se contarmos o K, o Y e o W. E apenas cinco vogais. Perdê-las é uma metáfora da miséria humana. Cada dia abandonamos as poucas coisas em nós que são abertas e pronunciáveis. Daqui a pouco vamos apenas rugir. Grrrrrrr. E voltar para a caverna de onde todos viemos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Masoquista ou humorista?

Um dos cds que mais toca no meu carro é o da Clarice Falcão, que eu adoro. As músicas são gostosas, animadinhas, a voz dela é legal, e as letras... Bom, as letras são super bem escritas, definitivamente interessantes, mas com um quê de... Obssessão? Loucura? Morbidez? Me diga você.
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A primeira música, "Eu esqueci você", pra mim é a melhor de todas, tanto em letra quanto em melodia. Ela canta:

"Só pra você saber
Eu esqueci você
Um mês depois de você
 me esquecer de vez
 e decidir ficar sozinho
Só pra você saber
Eu esqueci você..."

 E você sente a mulher poderosa, decidida, dona de si e com muito mais o que fazer do que ficar atrás do cara que não a quis.

 Mas aí... Vem a segunda música, Macaé, (que até apareceu no filme Confissões de Adolescente), que começa até bem bonitinha:

"Ei, se eu tiver coragem de dizer
que eu meio gosto de você
Você vai fugir a pé?"

E aí você quase não entende quando ela diz:

"Eu queria tanto que você não fugisse de mim
mas se fosse eu, eu fugia..."

Mas sabe aquele negócio que a Oprah diz sobre os malucos, digo, sobre as pessoas? "Se uma pessoa te diz algo sobre ela, acredite." Pois bem... A música segue:

"Ei, se eu falar que foi por amor que eu invadi o seu computador...

Ei, se eu contar como é que eu me senti ao grampear seu celular...

E se eu mostrar o cianureto que eu comprei pra gente se matar..."

Ah??

O cd continua com músicas ótimas, com letras ora mais ora menos intensas, mas sempre com a mesma temática. Lá pela música 6, "Talvez" ela se pergunta:

"Talvez
Se eu fosse menos louca
Se eu não fosse quem soca
desesperadamente sem parar
um travesseiro branco
Se eu seguisse em frente
Se eu não fosse propícia
a visualizar gente rolando do barranco
Quem sabe
você não chamasse
a polícia..."

Na primeira vez que eu ouvi o cd, a esta altura eu pensei "polícia? Tá mais caso para psiquiatra."

O cd continua com a 8, "Qualquer negócio":

"Me deixa ser
quem faz o laço
da gravata do mordomo
que te serve o jantar.
(...)
Me deixa ser
a sua estátua de jardim
o seu cabide de casacos
Só não me tira de uma vez da sua casa.

Eu posso ser a empregada
da empregada da empregada
da empregada do seu tio."

Que tal? Um pouco de autoestima, anyone?

Vem a música 10, "O que eu bebi":

"O que eu bebi por você
dá pra encher um navio
(...)
O que eu bebi por você
Me fazia tão mal
que já era normal
acordar no bidê."

E finalmente a mais intensa de todas. A música 12, "Oitavo andar", que merece vir por inteiro:

"Quando eu te vi fechar a porta
Eu pensei em me atrirar pela janela
do oitavo andar
onde a dona Maria mora
Porque ela me adora
E eu sempre posso entrar
Era bem o tempo de você chegar no T
Olhar no espelho o seu cabelo
falar com o seu Zé
E me ver caindo em cima de você
como uma bigorna cai em cima de um cartoon qualquer
E aí, só nós dois no chão frio
De conchinha bem no meio-fio
No asfalto riscados de giz
Imagina que cena feliz
Quando os paramédicos chegassem
e os bombeiros retirassem
nossos corpos do Leblon
A gente ia para o necrotério
ficar brincando de sério
deitadinhos no bem bom
Cada um feito um picolé
Com a mesma etiqueta no pé
Na autópsia daria pra ver
Como eu só morri por você
Quando eu te vi fechar a porta
Eu pensei em me atirar pela janela
do oitavo andar
Em ez disso, eu dei meia-volta
e comi uma torta inteira
de amora no jantar."
 
 Pois bem. A letra dessa é um tanto preocupante. Mas só até chegar nas últimas estrofes, onde ela explica não só essa música como todas as outras, acredito. Quando ela diz "eu pensei em me atirar pela janela", mas aí conta o que de fato fez: deu meia-volta e comeu uma torta inteira no jantar. Ou seja, algo absolutamente normal para alguém com dor-de-cotovelo.
 
 Então é assim que eu vejo, ou melhor, ouço esse cd. Como uma sequência de poemas super bem escritos que verbalizam aquele tipo de pensamento que talvez cruze a mente de uma pessoa no desespero por meio segundo antes dela respirar e tomar uma atitude perfeitamente saudável. Acho a Clarice Falcão ao mesmo tempo corajosa e bem humorada, por ter escrito e cantado músicas tão intensas, que ao mesmo tempo são super bonitinhas mas completamente doidas - exatamente como nós mulheres, em tantos momentos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Vem aí...


Mulheres em Alpha, por Cristine Lemos. O blog da mulher completa.
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Para a mulher segura, feminina, bem sucedida e moderna! Você também é assim? Então você vai amar este blog! Guarde este nome! Muito em breve vem aí Mulheres em Alpha! Um blog para a Mulher Alpha com dicas especiais para as que estão em Alphaville, Baruei, SP! Mulheres em Alpha é o blog da mulher inteligente e completa, que se divide em vários papeis não mais pela pressão de ser uma super mulher mas por escolher ter uma vida rica e diversificada. A mulher Alpha não equilibra pratos em sua vida - ela os saboreia, como em um menu degustação...

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Blá blá blá

Uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida é conversar. Adoro. Não me canso nunca.
 
 Quer dizer...
 
 Não me canso nunca das boas conversas. Porque há conversas e conversas. E se por um lado tem essas que não me canso nunca, tem outras que já fico cansada antes mesmo delas terem começado.
 
 Aquele tipo de conversa social na qual coisas tem que ser ditas apenas para preencher o espaço vazio que fica entre duas pessoas que não são nem próximas o suficiente para conversarem sobre coisas "de verdade" mas nem desconhecidas o bastante para poderem ficar em silêncio - não sou lá muito fã. Mas até faço porque, bom vivo em sociedade, ha ha, e também porque muitas vezes é nesse tipo de papo que a gente descobre pessoas bacanas com quem depois será possível ter o melhor tipo de conversa.
 
Aquele tipo no qual o outro é um chato de galocha. Deus que me perdoe, mas Deus que me livre! Sabe aquelas pessoas que tem a manha de não conseguir falar uma só coisa que seja remotamente interessante? Ou os que só reclamam? Ou só conseguem falar mal dos outros ou da vida? Ou os com síndrome de precisão, que ficam buscando as palavras exatas e acabam soando como um noticiário que tenta inutilmente ser imparcial? Ou os que esquecem que você pode ter outras coisas pra fazer e emendam uma história mais chata na outra... Os que não tem entonação e ficam falando naquele-mesmo-ritmo-sem-emoção-nenhuma? Os com talento para o insosso? Ui.  Dá sono só de pensar.
 
 Aquele tipo unilateral, que um lado só fala, fala, fala... Ou melhor, um lado só suga, suga, suga... Sabe aquele, "mas chega de falar de mim, vamos falar de você. O que você acha de mim?" Deus que me livre. É o tipo de conversa que me esgota. Dá vontade de dizer para o sem-noção: escuta, você percebeu que não está pensando alto, mas sim falando com uma outra pessoa? Pessoa esta que, assim como você, também tem seus próprios interesses? Argh. Ou então: se é para alugar meu ouvido, pelo menos vamos estabelecer um bom preço antes.
 
O melhor tipo: aah, são tantos! Amo conversas em tom confessional, secretas, malucas, viajantes... Conversas abertas, sinceras, honestas, corajosas. Conversas em que se começam um milhão de assuntos e não se termina nenhum porque são tantas coisas a se discutir e tantas opiniões que um quer dar ao outro que quando você vê, começou falando de política, terminou em meditação e no meio de tudo ainda trocou uma receita de bolo. Conversas e que se contam as novidades e se atualiza a vida, não só por meio das notícias mas principalmente por meio dos sentimentos e pensamentos e impressões que vem relacionados a cada uma delas. Conversas em que você realmente vê quem é o outro e mostra quem você é, conversas em que se pode abrir o coração, e pedir a opinião um do outro, e dizer as maiores barbaridades sem medo de se expôr, e dizer honestamente o que se pensa do que o outro disse... Conversas nas quais um quer realmente escutar o que o outro acha da sua loucura. Conversas nas quais se fica sabendo de coisas interessantes, e úteis, e malucas, e inteligentes, e que de repente uma frase dita bate fundo e de lá surge um insight... Conversas em que quase se chora de tanta comoção num momento e em outro se morre de rir... Conversas nas quais os dois estão engajados, os dois estão se divertindo, e nenhum dos dois está a fim de dizer tchau. Esse é o tipo de conversa que gosto e o único que realmente me interessa. Aquele que não é um monólogo, nem uma obrigação e nem uma tortura mas sim, uma deliciosa troca.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Dos julgamentos

 Todo julgamento é um julgamento de si mesmo.
 As pessoas apontam os dedos para dizer que fulano é isso ou fulana é aquilo, mas ao apontar estão na verdade mostrando quem elas mesmas são, por dentro.
 Primeiro porque para a maioria das coisas não existe a "medida certa" então em muitos casos, se a gente acha algo de alguém, estamos fazendo o julgamento em relação a nós mesmos. Se achamos fulana  atirada demais, provavelmente a vemos assim porque somos mais recatadas que ela. Se achamos fulano muito ousado, é porque somos mais conservadores, etc.
 Depois vem os julgamentos de "isso não se deve fazer", "isso é ridículo", "isso é terrível", que mostram na verdade o quão prisioneira de si mesma uma pessoa é. Quanto mais ela aponta o dedo para os outros mostrando as "falhas de comportamento", mais ela vai mostrando a longa lista de regras que criou para si mesma. Essas muitas regras passam a fazer parte da pessoa a um ponto tal que ela não percebe mais que aquelas não são regras universais, mas sim apenas conceitos que ela mesma criou. Por conta disso, a pessoa acaba esperando que os outros ajam segundo seu "código de princípios e conduta" que, na cabeça dela, é o único modo aceitável de se viver.
 E finalmente, vem os julgamentos quanto à aparência dos outros, se fulana está gorda, se não sei quem é brega, se o pescoço de fulano é isso e o olho é aquilo... Que nada mais é do que a superficialidade e a baixa autoestima de quem julga dando as caras. Acho que as pessoas tendem a reparar naquilo que é importante pra elas. Assim, se passa uma mulher caminhando na rua, uma pessoa pode ver que sapatos ela usava, enquanto outra pode ter se esforçado pra ver o título do livro que ela trazia na mão. E acredito que as críticas excessivas nada mais são do que uma reação ao tanto de críticas que a pessoa faz a si mesma. Ela não se gosta então tem que atacar o resto da população pra se sentir um pouco menos inferior. Dá pena ver uma coisa dessas. 
 O mais interessante de tudo isso é que aquele que julga o faz, no fundo, para parecer melhor do que aquele que é objeto de seu julgamento. Mas cada vez que eu escuto um comentário desses, tudo o que eu consigo ver é o que está por trás do que foi dito, que geralmente são os traços interiores feinhos daquele que está apontando o dedo para o outro. 

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O melhor bolo de chocolate de todos os tempos!

Vi essa receita no Mais Você e como estava pra fazer um bolo de chocolate, resolvi testar. O resultado foi fantástico!!! Simplesmente o melhor bolo de chocolate que eu já fiz e um dos melhores que já comi! Tanto a massa quanto a calda tem exatamente o gosto que se espera de um bolo de chocolate (o que é um bom começo, ha ha) (mas sério, é muuuuito bom!!). E outra vantagem: os ingredientes são super simples e o preparo é tão fácil que nem de batedeira precisa.
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Bolo de Chocolate Nega Maluca

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Ingredientes:

Massa
11/2 xícara de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de achocolatado
1 colher (sopa) de fermento
3 ovos
1 xícara de óleo
1 xícara de água quente

Calda
6 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de achocolatado
4 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de leite

Chocolate granulado para decorar


Preparo:

Pré-aqueça o forno a 180C (ou 355F).

Unte e enfarinhe uma forma de 30cm de diâmetro.

Numa tigela junte o açúcar, a farinha, o achocolatado e o fermento e misture bem. Agora adicione os ovos e o óleo e dê uma mexida. Junte a água quente e misture bem.

Transfira a mistura para a forma e leve ao forno por aproximadamente 50min.

Retire do forno, fure com um garfo e reserve.

Numa panela, misture bem todos os ingredientes da calda e leve ao fogo médio até ferver.

Despeje em cima do bolo, decore com o chocolate granulado e sirva! Hummmmmmm!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

 
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Muitos buscam obstinadamente o "sucesso", esquecendo que o único sucesso verdadeiro é se sentir em paz e viver o amor.
 
 Você consegue pensar em um único cenário no qual, faltando a você o amor e a paz, você estaria bem?
 
 Simplesmente não existe.
 
Buscar dinheiro, roupas, sapatos, objetos, casas, carros, fama, prestígio, posições cobiçadas, exposição, etc etc etc é o que fazem mentes angustiadas. Perseguem ilusões que nada mais trarão do que ainda mais angústia.
 
Não é aí que está a graça das coisas. A graça das coisas pra mim está simplesmente em perceber a graça das coisas! Em experimentar a graça das coisas. Em viver a graça das coisas - quaisquer que sejam elas. E pra isso, você precisa de uma mente em paz e de um coração cheio de amor. E só. 

sábado, 2 de agosto de 2014

A melhor torta de liquidificador ever!

Juntei um pedaço de uma receita com um pedaço de outra, acrescentei umas coisas por minha conta e... voilá! Saiu uma torta super rápida, fácil e deliciosa! Experimentem - não irão se arrepender! Rs.
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Torta rápida de frango
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Pré-aqueça seu forno e separe um pirex fundo de tamanho médio.
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Massa:
Bata no liquidificador 2 ovos, 2 xícaras de leite, 1 xícara de óleo, 1 xícara de farinha, 1 colher (sopa) de fermento. Reserve.

Recheio:
Numa panela, refogue uma cebola picadinha, 2 tomates também picados, 1 peito de frango desfiado (ou alguma outra parte do frango... eu usei peito porque tinha aqui), 1 lata de milho, 1 caldo de frango, salsinha, cebolinha e por fim, 1 copo de requeijão.

Montagem:
Despeje um pouco da massa no pirex, então despeje o recheio e por fim o restante da massa. Leve ao forno por 50min, Sirva com salada! Delícia!