sexta-feira, 28 de novembro de 2014

minha Julia recém-nascida


As palavras dela faço minhas, uma por uma:

"Freedom is just another word for nothing left to lose, diz a canção cantada por Janis. Durante tanto tempo eu ouvia essa música e sentia o vento da liberdade soprar no meu rosto: todas as possibilidades, nenhuma amarra, ninguém que dependesse de mim. E agora, depois de alguns meses tentando traduzir o meu deslumbramento com a maternidade, devo dizer que, paradoxalmente, nunca entendi tanto o que significa isso. No meio da alegria, do amor, do encantamento, existe um medo de perder tão, mas tão grande, que fica difícil descrever. Medo, sim, medo imenso de adoecer, de morrer, de (não vou nem mencionar). E aí vocês vão me dizer, ora, não dá para pensar assim, afinal, devemos pensar nas coisas boas e blá, blá, blá. Mas o medo, depois que o pavor passa, depois do olho escancarado, dilatado no breu, do pesadelo palpável sentado sobre o peito, do coração sacudir todo o corpo dormente e paralisado, do estômago cheio de pedras, dos pés de concreto armado, o medo nos pega pela mão e nos leva para uma dimensão clara e precisa do sentir, quase objetiva, quase pragmática – a uma distância racional da esperança e da fé - e nos mostra o quanto temos, tudo que temos. Mostra todos os ínfimos detalhes do sorriso que se repete, mas que todo dia inaugura uma alegria nova, um pedaço da vida que vem inteiro, perfeito, irretocável. Mostra o privilégio de participar das descobertas mais simples e mais bonitas, um toque, uma gargalhada, uma cor, um sabor, uma palavra, um som. Mostra o amor impossível de descrever ou explicar, impensável, incrível, e que cresce, cresce, cresce sem limites. Mostra o pertencimento que buscamos tanto, quisemos tanto, aconchegado no colo, de olhos brilhantes. Mostra a vida transformada em outra vida, repleta, única, feliz."
 Ticcia, do blog Mme.Mean

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Amor.



Quase lá...


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

oh happy days


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Nem 8 nem 80

O caminho do meio, o equilíbrio, o Tao te Ching. Pra mim, essa é uma das lições espirituais mais importantes. É um ensinamento simples de entender, mas que requer nossa constante atenção para aplicar.
Do que se trata? O Tao explica mais ou menos assim:
Seria bom que uma pessoa ficasse comendo o tempo todo? Claro que não. Mas e se ela não comesse nada nunca? Também não seria bom. Quanto ao clima de um lugar, será que 50C seria bom pra quem gosta de calor? E -30C pra quem gosta de frio? Você entendeu.
Agora imagine um pêndulo imaginário que oscila de um extremo ao outro. A posição dos extremos não é sustentável. Para o pêdulo ficar lá no alto, é preciso um gasto de energia grande. E o que acontece quando ele chega num extremo? Logo ele vai parar no outro.
Qual é a única posição sustentável, onde o pêndulo poderia ficar pra sempre sem gasto de energia algum? No meio.
 E é esse o ensinamento. O Tao explica que se você tente a ser de extremos, vai sempre dissipar muito da sua energia - energia esta que poderia estar sendo aplicada em coisas mais produtivas, coisas melhores pra sua vida. E que quanto mais tempo você passar num extremo, mais tempo acabará passando no outro - e nem uma das duas posições é boa, já que está te roubando muita energia, e te deixando eternamente agitado e drenado.
 O melhor caminho? O do meio, sempre.
 Por isso que eu nunca vou abdicar do meu chocolate. Seria uma atitude extrema demais. Ha ha.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A melhor receita de chandelle!

Gente, sabe aquele meu probleminha recorrente da eterna falta de Danete e Chandelle aqui nos Estados Unidos? Pois bem: está resolvido! Finalmente consegui desenvolver uma receita baseada nas que os sites dão mas com algumas mudanças, pra conseguir um creme de chocolate mais próximo dos que eu tanto amo. Segue a preciosa receita:
Chandelle caseiro (com ingredientes aqui dos EUA)
Ingredientes:
1 lata de leite condensado (usei Nestlé)
A mesma medida de heavy cream
1/2 litro de leite 2%
2 colheres (rasas) de maisena
4 colheres de chocolate em pó (usei da Maison du chocolat)
5 colheres (café) de açúcar
Preparo:
Separe um tantinho do leite e esquente no microondas. Dissolva a maisena nesse leite. Numa panela, leve ao fogo o leite condensado, o restante do leite e o chocolate em pó. Misture bem até o chocolate se dissolver por completo (com um fuê facilita). Aí espere ferver, e acrescente o leite com a maisena dissolvida. Mexa até engrossar (que é quase de imediato). Aí leve essa mistura ao liquidificador e acrescente o heavy cream e o açúcar, e bata até misturar bem. Leve à geladeira por algumas horas. Sucesso total!!!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Nunca desperdice um sofrimento.

As pessoas dizem que o sofrimento nos faz crescer - mas não necessariamente. Se você simplesmente ficar lá sofrendo, isso não vai te fazer crescer um milímetro. O que vai te fazer crescer é a vontade de aprender com aquele sofrimento, de tirar dele todas as lições que puder. Aí sim. 

E já que os sofrimentos acabam vindo mesmo, melhor não desperdiça-los.



terça-feira, 4 de novembro de 2014

Agora, a beleza da gravidez é que durante os 9 meses você, além de se preparar para ser mãe, pode aproveitar e se preparar logo pra ficar velho. Ah, sim. Porque enquanto você arruma o quarto fofo e faz o enxoval, você já vai vendo o que é ter incontinência urinária, refluxo, esclerose, dor nas costas, falta de ar, perda do equilíbrio, raciocínio lento...

Mas não tô reclamando. Afinal, é bunito, e é bunito!!!


segunda-feira, 3 de novembro de 2014


sábado, 1 de novembro de 2014

 O que é capaz de bagunçar seu computador pior que um vírus?

 Um antivirus. De-tes-to.