domingo, 15 de fevereiro de 2015

E não é que agora me deu a maior vontade de comprar uma fantasia e sair num bloquinho de rua no
carnaval?! Eu!

E depois a gente quer viver na ilusão de que conhece alguem de verdade e inteiramente. Conhece o quê. A gente não conhece nem a gente mesmo. 

Mas essa vontade súbita e repentina vai continuar sendo só isso mesmo, vontade, por conta de três pequenos fatores:

1. Eu tenho uma filha que acabou de completar 3 meses de vida e que depende dos meus cuidados quase 100% do tempo;

2. Eu estou em Nova Jersey nos Estados Unidos, onde carnaval não passa nem perto;

3. E lá fora fazem agradáveis -22C, então nem que o carnaval estivesse passando aqui embaixo da minha janela.

 Mas talvez seja bom que fique só na vontade mesmo, para eu, depois de trinta e dois anos dizendo uma coisa, poder mudar de discurso e dizer: eu adoro carnaval!

Nem que seja o da minha imaginação. E nela estou com minha filha no colo, eu, marido e ela com fantasias combinando, uma pra Becky também, e caminhamos numa ruazinha fechada ao som de uma bandinha tranquila, jogando confetes e dançando com os dedinhos pra cima.

ha ha ha

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